Mostrar mensagens com a etiqueta Pequeninos do Senhor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pequeninos do Senhor. Mostrar todas as mensagens

Pequeninos do Senhor


Testemunhar, segundo o dicionário «Houaiss», é declarar ter visto, ouvido ou conhecido. Então, dar testemunho cristão é expressar ou afirmar ter tido um encontro, ter visto, ouvido ou conhecido Jesus Cristo.
Não é possível dar um testemunho sem que o encontro, de facto, não tenha ocorrido!
Os catequistas precisam de ter passado por este encontro pessoal com a pessoa de Jesus Cristo, e pelo Pentecostes que entusiasma e faz renovar todas as coisas, para poderem evangelizar de facto! «Quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim» (João 15, 26).
O Catequista que não teve este encontro é morno, faz da sua catequese uma teoria distante e complexa para os dias de hoje, segue o material didático à risca, não possui uma linguagem atual e moderna, portanto, também não consegue cativar e nem levar o catequizando a ter este encontro tão importante com Jesus! E, infelizmente, ainda são muitos os que fazem dos encontros de catequese uma aula para falar de religião.
O guia serve para dar uma diretriz, um norte, abrir um caminho para o catequista percorrer. Mas, lembremos que a catequese é vida, é viva, e não está trancada dentro de uma cartilha, mas é livre e não contém amarras, é prática que se concretiza no dia a dia.
Quem são os catequizandos de hoje? Como eles vivem? Quais são seus interesses?
Jesus falava do Reino de Deus a partir da linguagem daquela época, para que todos O entendessem. Contava Parábolas para facilitar ainda mais a compreensão dos homens e mulheres simples ou nobres que O seguiam, e testemunhava a Sua própria vida, o próprio amor de Deus pelos homens. Ele mesmo disse: «As obras que faço em nome de meu Pai, estas dão testemunho de mim» (João 10, 25). Da mesma forma devem ser os nossos evangelizadores!
Quando o catequista tem o encontro com Jesus, ele dá o seu próprio testemunho, que brilha, que encanta, que fascina quem o ouve, assim como Cristo fez, olhando nos olhos, com palavras que tocam o coração que está endurecido ou fragilizado e que precisa de alento e consolo, ou está sedento para receber a água viva!
«Todo o planeamento e ação da Igreja nascem do próprio Cristo e voltam-se para Ele que é a razão de ser da catequese; a origem do agir; o Caminho, a Verdade e a Vida de todo cristão» (cf. Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil – 2011-2015, §4).
Por isso, catequista, pensa qual tem sido o teu testemunho? Quem ou o quê, tu, de facto, estás a anunciar?
Sê coerente com a tua condição de discípulo missionário! De quem és discípulo? Qual é a tua missão?

© Rachel Abdalla — www.pequeninosdosenhor.org —
© Adaptado por Laboratório da fé, 2013




www.pequeninosdosenhor.org


Rachel Abdalla é fundadora e presidente da Associação Católica Pequeninos do Senhor (desde 1997); membro da 'Equipa de Trabalho' do 'Ambiente Virtual de Formação' da Arquidiocese de Campinas, São Paulo (desde 2011); coordenadora da Catequese da Família da paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Campinas, São Paulo (desde 2012); colaboradora da Agência ZENIT – O mundo visto de Roma, na coluna quinzenal de orientação catequética Pequeninos do Senhor (desde 2012). 

Outros artigos publicados no Laboratório da fé


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 29.10.13 | Sem comentários

Pequeninos do Senhor


No seu terceiro Tweet, postado logo após a sua primeira missa, no dia 19 de março de 2013, o Papa Francisco declarou: «O verdadeiro poder é o serviço. O Papa deve servir a todos, especialmente aos mais pobres, aos mais fracos, aos mais pequeninos».
Que nobre, sensata e genuína lição cristã! Aí se encontra a catequese de São Francisco de Assis, de São Francisco Xavier, do papa Francisco: a humildade no serviço a Deus e ao próximo.
As nossas crianças, que vivem na contemporaneidade de um mundo fugaz onde tudo se alcança com muita rapidez e imediatismo, crescem sem conhecer o que é servir ou fazer algo para alguém. Tudo já vem muito pronto e reclama pouco esforço. Porém, ao mesmo tempo em que a praticidade da vida facilita o acesso aos bens materiais, também afasta o contacto com o outro, a percepção do homem como ser humano capaz de amar e se doar.
Francisco, com as suas atitudes, está a voltar o seu olhar para um novo horizonte, dando passos para um caminho que vai ao encontro ao próximo. E, por ser um líder, e principalmente um líder cristão, ele está a seguir os passos do Mestre.
Como anda a brincadeira de 'Siga o mestre' que as crianças gostam tanto? A quem é que elas estão a seguir ou a verem-se ao espelho no modo de viver?
A escola está para a formação cultural, para o que pode ser provado cientificamente, tocado na sua materialidade. A sociedade está para se relacionar com o outro, aquele que é mais um no universo de interesses comuns, parceiros ou concorrentes entre si.
Porém, a família está para educar, para formar o ser humano na sua totalidade e exclusividade, inserir valores na vida para serem vividos, praticados e espalhados no mundo. E a família cristã tem o compromisso com Deus de educar na fé os seus filhos e viver em harmonia e coerência com os ensinamentos de Cristo que ensina o amor através do serviço e da humildade junto do próximo.
Jesus foi o Homem mais poderoso na face da Terra, pois sendo Deus tudo podia, mas preferiu ser o menor, o mais humilde dos homens para dar exemplo e ensinar a catequese através da prática do amor a Deus e aos irmãos, dedicando-se, principalmente, aos mais fracos, perseguidos e marginalizados que vivem fora da sociedade.
O ser humano precisa de exemplos para seguir, de setas que apontem a direção, de trilhas para caminhar, por isso, o nosso Francisco de hoje é tão importante e vem-nos trazer novos ânimos e muita esperança para o futuro das nossas crianças. Que a catequese que está a florescer com os seus gestos e atitudes, seja um modelo a ser seguido por toda a Igreja, despertando vocações e tornando-se exemplo para todos, principalmente para os pequeninos que estão a crescer também na fé. «Ensina à criança o caminho que ela deve seguir; mesmo quando envelhecer, dele não se há de afastar» (Provérbios 22, 6).

© Rachel Abdalla — www.pequeninosdosenhor.org —
© Adaptado por Laboratório da fé, 2013

www.pequeninosdosenhor.org


www.pequeninosdosenhor.org


Rachel Abdalla é fundadora e presidente da Associação Católica Pequeninos do Senhor (desde 1997); membro da 'Equipa de Trabalho' do 'Ambiente Virtual de Formação' da Arquidiocese de Campinas, São Paulo (desde 2011); coordenadora da Catequese da Família da paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Campinas, São Paulo (desde 2012); colaboradora da Agência ZENIT – O mundo visto de Roma, na coluna quinzenal de orientação catequética Pequeninos do Senhor (desde 2012). 

Outros artigos publicados no Laboratório da fé


Postado por Anónimo | 18.6.13 | Sem comentários

Pequeninos do Senhor


Pedro conheceu Jesus quando já era adulto. Até então, não sabia o que era ter fé. Era um homem rude, simples, pescador, que vivia para a sua família e trabalhava para ter o peixe de cada dia. Isso era pouco, mas o suficiente para uma vida humilde! E Deus viu naquele homem a possibilidade de agir e transformá-lo em pescador de homens (Lucas 5, 10), num líder de comunidades, de povos, de nações... e assim aconteceu!
O seu nome era Simão e Jesus deu-lhe um novo nome, Cefas — Kepha (Aramaico); Petros (Grego); Petrus (Latim); Cefas (Português) —, que quer dizer pedra, e sobre essa pedra quis construir a sua Igreja — Jesus disse para Pedro: «Feliz de ti, Simão, filho de Jonas, [...] Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja... Eu te darei as chaves do Reino dos Céus (Mateus 16, 15-19). A um homem considerado frágil intelectualmente, Jesus dá-lhe um nome forte, mostrando que o poder não está no controle ou na vontade do homem, mas nas mãos de Deus que molda e que transforma até as pedras do caminho.
Depois do encontro pessoal com Cristo e com um nome novo, Pedro passa a ser seguidor do Mestre!
Bento XVI, cujo nome de batismo é Joseph, teve uma formação cristã exemplar diante de um clima de hostilidade entre o regime nazista e a Igreja Católica. Cresceu num povoado, participando nas atividades litúrgicas com a sua família e comunidade; na adolescência, foi conquistado e deixou-se envolver espiritualmente, sendo despertado para o desejo de se entregar por uma causa maior: Cristo!
Na sua autobiografia, declara que quando era criança o seu caminho com a liturgia foi um processo de contínuo crescimento, e que a liturgia Católica o acompanhou em todas as fases de sua vida.


Mas o que é que Pedro, Bento XVI e, agora Francisco, têm em comum com as crianças?
Assim como eles tiveram, um dia, um encontro com Jesus, o Mestre, o Cristo que os conduziu por um Caminho de fé, de esperança e de amor, e os chamou para a vocação de discípulos e representantes de Cristo na Terra, também as crianças, no mundo de hoje, diante de tantos desafios na formação e na educação cristã, precisam de ser orientadas sob um novo prisma, um novo olhar, para terem um encontro com a pessoa de Jesus, como um amigo que, embora não seja visível, não é abstrato, e mesmo não podendo ser tocado, não é virtual, é real, existe e faz-se presente em todos os momentos.
Numa linguagem atual, dinâmica e realista, os pais e os catequistas atingem as crianças e são instrumentos do amor de Deus através das suas atitudes, do exemplo de prática cristã, elementos que elas compreendem e que afloram a perceção: a coerência entre o falar e o agir, as palavras e as ações. Uma completa a outra e solidifica o conceito!
Cada Padre, Bispo, Cardeal ou Papa teve a sua infância, a sua história pessoal, um chamamento particular em algum momento para servir a Cristo na Igreja. A família e a comunidade cristã são veículos que conduzem as crianças e os jovens para este encontro com Deus, possibilitando o surgimento de novas vocações, verdadeiros convites para o seguimento de Cristo na Igreja, na família e na sociedade!

© Rachel Abdalla — www.pequeninosdosenhor.org —
© Adaptado por Laboratório da fé, 2013

www.pequeninosdosenhor.org


www.pequeninosdosenhor.org


Rachel Abdalla é fundadora e presidente da Associação Católica Pequeninos do Senhor (desde 1997); membro da 'Equipa de Trabalho' do 'Ambiente Virtual de Formação' da Arquidiocese de Campinas, São Paulo (desde 2011); coordenadora da Catequese da Família da paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Campinas, São Paulo (desde 2012); colaboradora da Agência ZENIT – O mundo visto de Roma, na coluna quinzenal de orientação catequética Pequeninos do Senhor (desde 2012). 

Outros artigos publicados no Laboratório da fé


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 29.5.13 | Sem comentários

Pequeninos do Senhor


O Evangelho das Bodas de Caná (João 2, 1-11) traz, nitidamente, o exemplo da relação de amor e respeito entre filho e mãe, e vice e versa, porque a Mãe intercede em favor de seus filhos junto do Seu Filho que lhe é solícito. Maria, ao falar para Jesus sobre a falta de vinho na festa de casamento, mostra, na verdade, a sua atenção voltada para as carências dos humanos. Ela foi a primeira discípula e a mais perfeita, abrindo o Caminho para todos aqueles que desejam seguir Jesus; a primeira Mestra dos discípulos... aquela que intercede pela necessidade dos homens (cf. João Paulo II, Carta Apostólica sobre o Rosário — «Rosarium Virginis Mariae»), ensinando a esperança, a caridade e a confiança em Deus; e, movida pela compaixão, leva Jesus a revelar-se e dar início aos seus milagres (cf. Constituição Dogmática sobre a Igreja — «Lumen Gentium», 58), a fim de que todos conheçam o Messias, o Filho amado de Deus, e glorifiquem o Pai. Ela é o maior exemplo de dedicação e seguimento de Jesus!
Tudo aconteceu porque faltou o vinho naquele dia, naquela festa, assim como está a faltar amor na vida e nos relacionamentos, nos lares, nos berços, nas gestações, entre os casais e irmãos. O vinho nas bodas é o sinal do amor na vida do casal e, esse sentimento que hoje é tão banalizado, é a essência do ser humano que foi gerado por Aquele que é Amor.
Todos precisam de receber amor, porém, as crianças precisam declaradamente deste afeto incondicional, desta dedicação ímpar, deste sentimento que acolhe, para que cresçam e sejam exemplos e sinais de humanidade, de solidariedade e de esperança no mundo.
Faltou o vinho na festa, assim como está a faltar a presença dos pais na vida dos filhos e o respeito dos filhos para com os pais. É preciso reavaliar a paternidade e a maternidade responsáveis, que são compromissos sociais e cristãos dos pais com a sociedade e, principalmente, com Deus!
Faltou o vinho na festa, assim como falta a paciência na educação e a perseverança na prática das virtudes. Os filhos são o reflexo do comportamento dos pais: tornam-se agressivos ou pacíficos, bondosos ou indiferentes, conforme aquilo que vivenciam no dia a dia.
Faltou o vinho na festa, assim como falta a orientação dos pais para que seus filhos caminhem juntamente com eles de mãos dadas com Jesus, dando exemplo de fé e sendo espelho que reflete os passos a serem seguidos. Na família, como numa igreja doméstica, os pais devem, pela palavra e pelo exemplo, ser para os filhos os primeiros arautos da fé e favorecer a vocação própria de cada um, especialmente a vocação consagrada (cf. Constituição Dogmática sobre a Igreja — «Lumen Gentium», 11).
Faltou o vinho na festa, assim como falta a fé em Jesus Cristo no mundo, porém «em Caná, Maria aparece como aquela que acredita em Jesus: a sua fé provoca n'Ele o primeiro 'milagre', contribuindo para suscitar a fé dos discípulos» (João Paulo II, Carta Encíclica sobre a Bem-aventurada Virgem Maria na vida da Igreja que está a caminho — «Redemptoris Mater», 21). Maria é a discípula que nos leva até Jesus e nos ensina a obedecer-lhe, despertando a fé nos corações.
Está a faltar o vinho na sua casa? É preciso ser como Maria, ter Jesus ao seu lado e a confiança que só Ele pode transformar a água (sinal da humanidade) em vinho (sinal de uma vida envolvida na divindade).
Os pais e catequistas precisam de ser exemplos e ensinar as crianças a fazerem também a sua parte, enchendo de água a vasilha da vida, exercitando as virtudes e praticando atitudes cristãs, acreditando que Deus as aceita e as transforma em vinho novo, ou seja, em amor, sentimento que torna o mundo mais humano, mais justo e mais fraterno.

© Rachel Abdalla — www.pequeninosdosenhor.org —
© Adaptado por Laboratório da fé, 2013

www.pequeninosdosenhor.org


www.pequeninosdosenhor.org


Rachel Abdalla é fundadora e presidente da Associação Católica Pequeninos do Senhor (desde 1997); membro da 'Equipa de Trabalho' do 'Ambiente Virtual de Formação' da Arquidiocese de Campinas, São Paulo (desde 2011); coordenadora da Catequese da Família da paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Campinas, São Paulo (desde 2012); colaboradora da Agência ZENIT – O mundo visto de Roma, na coluna quinzenal de orientação catequética Pequeninos do Senhor (desde 2012). 

Outros artigos publicados no Laboratório da fé


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 21.5.13 | Sem comentários

Pequeninos do Senhor


Não existe uma regra ou um manual que ensine como evangelizar! Cada lugar, região e país têm a sua cultura, as suas riquezas e valores, as suas deficiências e necessidades que precisam de ser considerados. O que é importante para um, pode ser insignificante para o outro!
Por isso, cada catequista, esteja onde estiver, precisa de fortalecer a sua fé e conhecer a razão do seu chamamento e da sua missão evangelizadora a partir do chão que pisa; procurar uma formação fundada nos ensinamentos de Jesus e da Igreja; e deixar-se conduzir pelo Espírito Santo de Deus que é um só e, portanto, conhece a realidade onde a fé será transmitida e acolhida.
Segundo a Encíclica sobre a validade permanente do mandato missionário — «A missão de Cristo Redentor» («Redemptoris Missio»), número 73 —, o ministério do catequista é necessário e tem características peculiares, pois são agentes especializados, testemunhas diretas, evangelizadores insubstituíveis, que representam a força de base das comunidades cristãs, e «além de serem educadores da fé, são discípulos e missionários de Jesus Cristo» (Texto de abertura do Estudo 95 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
Sabendo onde está e tendo consciência do seu apostolado e ministério, o catequista precisa de cativar a criança e levá-la até Jesus, apresentando-lhe um amigo que está sempre por perto. Mas como é que isso se faz? Em primeiro lugar, é preciso conhecer, acolher de modo especial para saber quem é a criança que chega e que está do outro lado, e o que ela espera da catequese.
Quando Jesus esteve fisicamente entre os humanos, Ele sabia o terreno que pisava e quem eram os seus discípulos, a realidade do povo e as suas necessidades. Ele conhecia cada um de modo particular! Assim também deve ser o catequista! Ele precisa de conhecer aquele que está a ser evangelizado: a realidade, as necessidades, as carências, os desejos e as expectativas do outro, para que o Evangelho anunciado vá de encontro aos interesses comuns, e encontre espaço para ser acolhido, entendido e vivido com coerência.
A meditação do evangelho de Lucas 24, 13-35, que narra os discípulos a caminho de Emaús, mostra Jesus a aproximar-se e a colocar-se como ouvinte para entender o que se passa no pensamento e no coração dos dois discípulos. Ao ficar com eles, Jesus dá-lhes atenção, caminha com eles e aquece-lhes o coração. Só depois, os orienta e evangeliza, e Se revela durante a ceia, ou seja, num momento de intimidade entre amigos que confiam um no outro.
No desejo ansioso de evangelizar, muitos catequistas, querendo mostrar os seus conhecimentos, esquecem-se do processo do acolhimento, do encontro, do envolver-se com o outro. No chão que pisam, devem caminhar lado a lado com o catequizando até que este os chame de amigo, e, então, nesse momento, estão a revelar-se como um reflexo da luz de Jesus e, consequentemente, estão a evangelizar!
Catequistas, não salteis etapas! Olhai para o horizonte sem deixar de ter consciência onde tendes pousados os pés!

© Rachel Abdalla — www.pequeninosdosenhor.org —
© Adaptado por Laboratório da fé, 2013

www.pequeninosdosenhor.org


www.pequeninosdosenhor.org


Rachel Abdalla é fundadora e presidente da Associação Católica Pequeninos do Senhor (desde 1997); membro da 'Equipa de Trabalho' do 'Ambiente Virtual de Formação' da Arquidiocese de Campinas, São Paulo (desde 2011); coordenadora da Catequese da Família da paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Campinas, São Paulo (desde 2012); colaboradora da Agência ZENIT – O mundo visto de Roma, na coluna quinzenal de orientação catequética Pequeninos do Senhor (desde 2012). 

Outros artigos publicados no Laboratório da fé


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 17.5.13 | 2 comentários

Pequeninos do Senhor


Sabe-se que, um dos principais objetivos de se contar histórias para as crianças é o da recriação, pois incentiva o instinto lúdico e criativo, enriquece as experiências, e diversas formas de linguagem são desenvolvidas para a melhor compreensão, amadurecimento e desenvolvimento pessoal e cognitivo. A arte de contar histórias propicia a partilha da alegria, o sentimento de euforia e amor que são guardados na lembrança desde muito cedo, como momentos divertidos, amorosos e inesquecíveis. Além do mais, contribui para ampliar o vocabulário, ajuda na formação do caráter, desenvolve a consciência entre o bem e o mal, e proporciona que a criança possa vivenciar aquilo que ela imagina enquanto está a ouvir, e muito mais.
Dentro da proposta de evangelização, as histórias de Jesus formam as crianças para a ética e a moral, valores adequados aos princípios de vida cristã. E os ensinamentos cristãos devem ser passados numa linguagem apropriada e de forma lúdica, através do teatro, da música e dos desenhos. Eles transmitem valores importantes para o crescimento espiritual e despertam o raciocínio e o interesse para agirem de acordo com os princípios cristãos.
As crianças gostam de ouvir histórias e, com as histórias de Jesus Cristo elas aprendem desde cedo a conhecer e a praticar as virtudes cristãs, ensinadas nos evangelhos. E uma característica das crianças é querer ouvir muitas vezes a mesma história, e isso acontece porque ainda não conseguem captar toda a mensagem de uma só vez, portanto, quantas vezes elas pedirem para repetir a mesma história, tantas vezes deve ser lida, contada ou dramatizada.
É importante ressaltar que toda história, quando contada por um adulto, serve como base para a formação e a construção da identidade da criança, a partir dos princípios que se quer passar. Se a história é cristã, ela passa valores cristãos e fraternos; se são contos ou lendas passam valores sociais e solidários, e assim por diante.
«O primeiro contato da criança com um texto é feito oralmente, através da voz da mãe, do pai, ou dos avós, contando contos, trechos da Bíblia, histórias inventadas (tendo a criança ou os pais como personagem), contados a qualquer momento do dia ou num momento de aconchego, à noite, antes de dormir, em que a criança está se preparando para um sono gostoso e reparador, e para um sonho rico, embalado por uma voz amada» (Abramovich, Fanny - Literatura Infantil: gostosuras e bobices. Ed. Scipione: São Paulo, 2009, 14). Ouvir histórias é sonhar acordado, e contar histórias para as crianças é conectar-se com o mundo infantil.
A criança, quando ouve uma história, percebe que a voz do adulto se dirige a ela como uma palavra de amor, pois, compartilhar um ensinamento é compartilhar um sentimento também, por isso, contar histórias é considerado, de facto, um ato de amor que envolve entrega, diálogo e afeto entre o que conta e o que ouve a história. Contar histórias de Jesus Cristo para as crianças estimula o sentimento de amor e é um modo de ensinar como vivê-lo desde pequeninas, formando adultos mais seguros, pacíficos e preparados para enfrentar situações difíceis, com amor!

© Rachel Abdalla — www.pequeninosdosenhor.org —
© Adaptado por Laboratório da fé, 2013

www.pequeninosdosenhor.org


www.pequeninosdosenhor.org


Rachel Abdalla é fundadora e presidente da Associação Católica Pequeninos do Senhor (desde 1997); membro da 'Equipa de Trabalho' do 'Ambiente Virtual de Formação' da Arquidiocese de Campinas, São Paulo (desde 2011); coordenadora da Catequese da Família da paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Campinas, São Paulo (desde 2012); colaboradora da Agência ZENIT – O mundo visto de Roma, na coluna quinzenal de orientação catequética Pequeninos do Senhor (desde 2012). 

Outros artigos publicados no Laboratório da fé


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 14.5.13 | Sem comentários

Pequeninos do Senhor


Quando a criança recebe, desde a sua primeira infância, orientações voltadas para os valores cristãos, isso faz com que ela cresça praticando as virtudes e os ensinamentos de Jesus, de modo natural. E, esta orientação deve ser feita inicialmente pelos pais, no dia a dia, constantemente, sem desânimo e acreditando que não só as palavras, mas principalmente as atitudes são mais perceptíveis aos olhos dela. E, depois, estas orientações e exemplos devem continuar na catequese, lembrando o que pediu o Senhor: Deixai vir a mim os pequeninos, porque deles é o Reino dos céus! (Marcos 10,14).
O Evangelho, que é a Palavra do próprio Deus para os humanos, não é uma teoria distante, mas uma orientação de como viver a prática do amor e, por isso, precisa de ser vivido e praticado. É como uma cartilha que aponta o caminho a seguir para encontrar a felicidade.
A partir do momento em que a criança é inserida, pelo batismo, numa comunidade cristã, precisa de aprender a viver em coerência com os princípios que orientam a comunidade, pois a violência e a falta de caráter, por exemplo, são frutos de uma formação indiferente aos valores cristãos. Segundo São Tomás de Aquino: O pai é princípio da geração, da educação e da disciplina, de tudo o que se refere ao aperfeiçoamento da vida humana.
E segundo a Declaração sobre a Educação Cristã — «Gravissimum Educationis» —, promulgada no II Concílio do Vaticano, «as crianças têm direito de serem estimuladas a estimar retamente os valores morais e a abraçá-los pessoalmente, bem como a conhecer e a amar Deus mais perfeitamente».
Os valores cristãos devem ser conhecidos pelas crianças para que, através da prática, se tornem cristãs de verdade. Contrariando o provérbio que diz que «o hábito não faz o monge», é importante acreditar que os hábitos cristãos tornam as pessoas cristãs sim, pois, as suas atitudes revelam o seu caráter e a sua integridade, a sua crença e a sua fé, ou seja, aquilo que ela é de facto.
No Discurso à Comunidade do Caminho Neocatecumenal, em 20 de janeiro de 2012, o Papa Bento XVI disse: «Amadas famílias, a Igreja agradece-vos; ela tem necessidade de vós para a nova evangelização. A família é uma célula importante para a comunidade eclesial, onde as pessoas se formam para a vida humana e cristã... É com grande alegria que vejo os vossos filhos, tantas crianças que olham para vós, para o vosso exemplo... Convido-vos a não ter medo: quem leva o Evangelho nunca está sozinho». Isto vem reforçar a importância da prática dos ensinamentos e valores cristãos na vida dos pequeninos que olham para os seus pais como um caminho a seguir, a fim de que cresçam fortes na fé e solidários aos apelos do mundo e dos menos favorecidos, seguindo os exemplos de Jesus Cristo.

© Rachel Abdalla — www.pequeninosdosenhor.org —
© Adaptado por Laboratório da fé, 2013

www.pequeninosdosenhor.org


www.pequeninosdosenhor.org


Rachel Abdalla é fundadora e presidente da Associação Católica Pequeninos do Senhor (desde 1997); membro da 'Equipa de Trabalho' do 'Ambiente Virtual de Formação' da Arquidiocese de Campinas, São Paulo (desde 2011); coordenadora da Catequese da Família da paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Campinas, São Paulo (desde 2012); colaboradora da Agência ZENIT – O mundo visto de Roma, na coluna quinzenal de orientação catequética Pequeninos do Senhor (desde 2012). 

Outros artigos publicados no Laboratório da fé


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 9.5.13 | Sem comentários

Pequeninos do Senhor


São Paulo escreve na Carta aos Romanos: «Acredita-se com o coração e, com a boca, faz-se a profissão de fé» (Romanos 10, 10). Mas como fazer desabrochar a fé desde a infância?
Na Carta Apostólica «A Porta da Fé» — «Porta Fidei» (PF) —, escrita pelo Papa Bento XVI para o «Ano da Fé» (2012-2013), podemos ler que, a «fé, que atua pelo amor» (Gálatas 5, 6), muda toda a vida do ser humano (PF 6). Ela cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido (PF 7). E o coração indica que o primeiro ato, pelo qual se chega à fé, é dom de Deus e ação da graça que age e transforma a pessoa até ao mais íntimo de si mesma (PF 10).
Frequentemente, ouvimos pessoas que dizem: eu não sei o que é fé; a minha fé é muito pequena... E, então, podemos perguntar: será que a fé lhe foi transmitida?; como é que a fé foi alimentada ao longo da vida?
Se uma pessoa é batizada e celebra a Festa Eucaristia (Primeira Comunhão) aos dez anos, e só volta à Igreja vinte anos depois para se casar, quão grande será a sua fé? Se a primeira e, porventura, a última vez que teve uma orientação cristã foi na catequese da infância, talvez seja esse o tamanho da sua fé: o tamanho da roupa da Primeira Comunhão. Será que na hora de se casar, a roupa ou a fé estará a condizer com o seu tamanho físico e emocional?
A Declaração sobre Educação Cristã — «Gravissimum Educationis» (GE) —, promulgada no II Concílio do Vaticano, afirma que «os pais devem ser para os seus filhos os primeiros mestres da fé» (GE 2). E o Documento 26 — Catequese Renovada – da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (1983) concorda que «a família cristã, pela graça sacramental do matrimónio tornada como que 'igreja doméstica', é lugar, por excelência, de Catequese, especialmente na primeira infância» (121).
[Em Portugal, os bispos portugueses escreveram no documento «Para que acreditem e tenham vida» (2005): «O despertar para a vida e para a fé, num mesmo movimento, começa desde a infância. Os pais são chamados a comunicar o seu gosto de viver, a sua maravilha perante a vida e a transmitir uma arte de viver em referência ao Evangelho. O seu contributo é insubstituível, porque a fé é uma vida que se comunica, uma osmose que se realiza e não uma doutrina a inculcar»; e ainda: «A família que dá origem à vida tem também a responsabilidade de dar sentido e contribuir para o pleno desenvolvimento dessa existência, enriquecendo-a com o património moral e espiritual que vem do cristianismo».]
Portanto, os pais são os primeiros responsáveis pela transmissão da fé aos seus filhos. Compete-lhes dar os primeiros passos na caminhada cristã, em casa; e depois no encaminhamento para a catequese que é uma educação da fé. E, à Igreja, cabe a responsabilidade de os acolher na iniciação cristã desde bem pequeninos, desde a mais tenra idade, até mesmo antes dos sete anos, tempo em que estão a ser formados o caráter, a personalidade, a afetividade e os valores que serão a base das suas condutas durante a vida; e também inseri-los numa catequese lúdica, orientando-os para a fé, o quanto antes, a partir do encontro com a pessoa de Jesus, Aquele que será o melhor amigo durante toda a vida, introduzindo-os na vida da comunidade e formando-os para uma vida cristã prática e atuante.
Segundo o Documento de Aparecida (2007), assumir essa iniciação cristã exige não só uma renovação de modalidade catequética da paróquia, mas também desenvolver uma catequese que seja permanente, que continue o processo de amadurecimento da fé (cf. número 294), além de organizar novas formas que ajude o catequizando a valorizar o sentido da vida juntamente com os sacramentos, a participação na comunidade e o compromisso como cidadão, para que ele tenha a consciência de ser sal e fermento no mundo, com uma identidade cristã forte e segura (cf. número 286).

© Rachel Abdalla — www.pequeninosdosenhor.org —
© Adaptado por Laboratório da fé, 2013

www.pequeninosdosenhor.org


www.pequeninosdosenhor.org


Rachel Abdalla é fundadora e presidente da Associação Católica Pequeninos do Senhor (desde 1997); membro da 'Equipa de Trabalho' do 'Ambiente Virtual de Formação' da Arquidiocese de Campinas, São Paulo (desde 2011); coordenadora da Catequese da Família da paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Campinas, São Paulo (desde 2012); colaboradora da Agência ZENIT – O mundo visto de Roma, na coluna quinzenal de orientação catequética Pequeninos do Senhor (desde 2012). 

Outros artigos publicados no Laboratório da fé



Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 6.5.13 | Sem comentários

Pequeninos do Senhor


Uma das exigências da formação cristã é a prática das virtudes (Exortação Apostólica sobre a Catequese –«Catechesi Tradendae», do Papa João Paulo II, publicada em 1979); e uma delas é a oração. Podemos ler isso na Carta de São Paulo aos Romanos (12, 12), na qual convida para que sejamos alegres na esperança e perseverantes na oração. Assim também devem ser as crianças, desde bem pequeninas!
As crianças precisam de crescer num ambiente onde a oração faz parte dos hábitos da família; e aprender a ter um compromisso com Deus, todos os domingos, na Eucaristia.
Segundo o Catecismo da Igreja Católica (CIC), a educação da consciência é uma tarefa para toda a vida; e as crianças, desde os primeiros anos, precisam de ser alertadas para uma educação prudente que ensina as virtudes... (cf. CIC 1784).
Quando os pais participam com os seus filhos na Eucaristia dominical, estão a cumprir a sua responsabilidade de cristãos; e as crianças vão formando, no inconsciente, os conceitos de perseverança na oração, de louvor a Deus, e de respeito aos Mandamentos, em especial ao terceiro: guardar os domingos e os dias de festas para dar graças a Deus.
A Igreja é o lugar onde se realiza a educação da fé das crianças pela catequese. Portanto, precisa de estar preparada para as receber e acolher, também nas Eucaristias, desde muito pequeninas, para que sejam inseridas na vida cristã a partir dos hábitos cristãos, inicialmente acompanhando os pais, onde aprendem a rezar, em comunidade, e a ouvir os ensinamentos de Jesus.
Conforme a Exortação Apostólica do Papa Paulo VI sobre a Evangelização – «Evangelii Nuntiandi» (número 44), a catequese deve ser adaptada à idade, à cultura e à capacidade do catequizando, procurando fazer sempre com que o próprio grave na memória, na inteligência e no coração, as verdades essenciais que vão permanecer durante toda a sua vida. E os catequistas devem estar bem preparados e demonstrar-se cuidadosos, procurando conhecer cada vez mais esta arte superior, indispensável e exigente da catequese.
Esta proposta de uma catequese litúrgica para os mais pequenos, que se acontece no momento da Eucaristia, requer também uma linguagem e um espaço adequados para que possam acontecer: a vivência de uma comum união com os amiguinhos, «onde a Palavra de Deus seja meditada na oração pessoal, atualizada na oração litúrgica e interiorizada em todo o tempo» (cf. CIC 2688); a partilha do que aprendem e do que descobrem durante a semana; o crescimento na fé ouvindo as histórias da vida de Jesus; e o conhecimento do Amor sentindo-se filhos e filhas de Deus que também é Pai. E tudo isto de modo lúdico, apropriado e com a sua linguagem, ou seja, brincando, caminhando passo a passo com Jesus, pelos evangelhos dominicais, enquanto são acolhidas nas eucaristias.
A formação cristã das crianças está, primeiramente, nas mãos dos pais que devem perseverar com elas na oração, nos hábitos e nas virtudes cristãs; mas também sob os cuidados da Igreja que precisa de apontar o Caminho que elas podem seguir, acolhendo-as como Jesus acolheu os mais pequeninos, que eram os seus preferidos.

© Rachel Abdalla — www.pequeninosdosenhor.org —
© Adaptado por Laboratório da fé, 2013

www.pequeninosdosenhor.org


www.pequeninosdosenhor.org


Rachel Abdalla é fundadora e presidente da Associação Católica Pequeninos do Senhor (desde 1997); membro da 'Equipa de Trabalho' do 'Ambiente Virtual de Formação' da Arquidiocese de Campinas, São Paulo (desde 2011); coordenadora da Catequese da Família da paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Campinas, São Paulo (desde 2012); colaboradora da Agência ZENIT – O mundo visto de Roma, na coluna quinzenal de orientação catequética Pequeninos do Senhor (desde 2012). 

Outros artigos publicados no Laboratório da fé




Postado por Anónimo | 1.5.13 | Sem comentários

Pequeninos do Senhor


É muito importante caminhar lado a lado com Jesus para o crescimento da fé, desde pequenino. É no dia a dia que as crianças aprendem os valores cristãos e desenvolvem a sua fé na pessoa de Jesus Cristo, através dos exemplos que observam dos seus pais e orientadores. 
Os sete primeiros anos de vida tratam de uma fase fundamental da existência humana e é considerado o momento mais importante da formação do caráter, da personalidade , da afetividade e dos valores; momento em que a formação psicológica da criança é desenvolvida e todas as suas experiências vividas até então serão assimiladas e servirão de base para suas condutas durante o resto da vida. 
Mas, como fazer essa caminhada cristã enquanto a criança está no ventre materno? 
Tudo começa desde a conceção! O bebé está a ser gerado nas entranhas da mãe, ou seja, no mais íntimo do seu ser, onde reside o Sopro Divino do amor, que está a gerar esta nova vida. Neste tempo de gestação, a mãe é responsável pelo desenvolvimento não só físico do seu bebé, alimentando-se adequadamente para que ele seja nutrido; mas, é responsável, também, pela nutrição emocional e espiritual que se inicia neste tempo. A fé é algo que transcende o entendimento, mas que pode ser sentida e vivenciada desde a conceção do ser humano, pois a criatura é fruto do Criador e, portanto, fala e compreende a mesma linguagem. Por isso, rezar todos os dias para que o bebé ouça a voz da sua mãe e o seu louvor a Deus, faz com que ele também louve o Senhor por seu intermédio. 
A mamá deve conversar com o seu bebé, contar-lhe tudo o que vê, com os olhos e com o coração, sobre as maravilhas feitas pelo Criador! Tentar explicar as cores do céu, como é a natureza, o arco-íris; falar sobre os passarinhos que voam, a variedade de peixinhos nos mares e a beleza dos animais. Falar também, da sensação de frio e de calor; da chuva que cai do céu e das nuvens que lá se formam... e principalmente, falar do amor que sente pelo seu bebé e o quanto ele é esperado. O bebé vai conhecer o mundo, em primeiro lugar, por tudo o que a mãe conta, principalmente através da emoção que ela passa ao descrevê-lo. Esta perceção vai existir sempre e isso fará com que ele, durante a sua vida, acredite naquilo que não pode ver, mas que de facto existe, porque aprendeu a ter fé, a esperar para ver o que ainda não é visível aos olhos, mas que já pode ser sentido no coração. Esse exercício deve acontecer também após o nascimento. Desta forma o vínculo entre mãe, filho e Deus com certeza que será fortalecido.

© Rachel Abdalla — www.pequeninosdosenhor.org —
© Adaptado por Laboratório da fé, 2013

www.pequeninosdosenhor.org


www.pequeninosdosenhor.org


Rachel Abdalla é fundadora e presidente da Associação Católica Pequeninos do Senhor (desde 1997); membro da 'Equipa de Trabalho' do 'Ambiente Virtual de Formação' da Arquidiocese de Campinas, São Paulo (desde 2011); coordenadora da Catequese da Família da paróquia de Nossa Senhora das Dores, em Campinas, São Paulo (desde 2012); colaboradora da Agência ZENIT – O mundo visto de Roma, na coluna quinzenal de orientação catequética Pequeninos do Senhor (desde 2012). 

Outros artigos publicados no Laboratório da fé


Postado por Anónimo | 29.4.13 | Sem comentários
  • Recentes
  • Arquivo