Mostrar mensagens com a etiqueta Magnificat. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Magnificat. Mostrar todas as mensagens

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Carta Encíclica do papa Francisco sobre a fé («Lumen Fidei»), 59: «Podemos dizer que, na Bem-aventurada Virgem Maria, se cumpre aquilo em que insisti, isto é, que o crente se envolve todo na sua confissão de fé. Pelo seu vínculo com Jesus, Maria está intimamente associada com aquilo que acreditamos. Na conceção virginal de Maria, temos um sinal claro da filiação divina de Cristo: a origem eterna de Cristo está no Pai — Ele é o Filho em sentido total e único — e por isso nasce, no tempo, sem intervenção do homem. Sendo Filho, Jesus pode trazer ao mundo um novo início e uma nova luz, a plenitude do amor fiel de Deus que Se entrega aos homens».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana das Vocações. «Eis que um dia, Deus bate à porta de Maria e apresenta-lhe um sonho novo, um projeto novo, diferente. E Maria perturba-se, pois quando Deus entra de verdade na nossa vida, perturba… Deus é sempre surpreendente… Como Maria é grande na sua resposta! Teve a audácia de dizer sim a Deus, e isto na obscuridade, sem ter as respostas ou as seguranças todas. Disse sim e nunca mais voltou atrás! Trocou o seu plano pelo de Deus… E ficámos todos a ganhar!» (Guião para a Semana das Vocações, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
A minha alma glorifica o Senhor. «A visita de Maria à parente Isabel é um acontecimento caracterizado pela alegria expressa mediante as palavras com as quais a Virgem Santa glorifica o Todo-Poderoso pelas maravilhas que Ele realizou, considerando a humildade da sua serva. O ‘Magnificat’ é o cântico de louvor que se eleva da humanidade redimida pela misericórdia divina, eleva-se todo o povo de Deus» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2012).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Maria pôs Deus no centro da sua vida. «Maria pôs Deus no centro da própria vida, abandonando-se à sua vontade com confiança, em atitude de docilidade humilde ao seu desígnio de amor. Por causa desta sua pobreza de espírito e humildade de coração, foi escolhida para ser o templo que traz em si o Verbo, o Deus feito homem. Portanto, dela é figura a ‘Filha de Sião’, que o profeta Sofonias convida a alegrar-se, a exultar de júbilo (cf. Sofonias 3, 14)» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2012).

  • QUARTO MISTÉRIO
Aprender com a fé de Maria. «Todos devemos aprender sempre da nossa Mãe celeste: a sua fé exorta-nos a olhar para além das aparências e a acreditar firmemente que as dificuldades quotidianas preparam uma primavera que já teve início em Cristo ressuscitado. Do Coração Imaculado de Maria desejamos haurir com confiança renovada, para nos deixarmos contagiar pela sua alegria, que encontra a nascente mais profunda no Senhor» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2012).

  • QUINTO MISTÉRIO
A alegria é o distintivo do cristão. «A alegria, fruto do Espírito Santo, é o distintivo fundamental do cristão: ela funda-se na esperança de Deus, tira força da oração incessante e permite enfrentar as tribulações com tranquilidade. São Paulo recorda-nos: ‘Sede alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração’ (Romanos 12, 12). Estas palavras do apóstolo são como que um eco ao ‘Magnificat’ de Maria e exortam-nos a reproduzir em nós mesmos, na vida de todos os dias, os sentimentos de alegria na fé, próprios do cântico mariano» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2012).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 5 — pdf

  • ORAÇÃO PARA TODOS OS DIAS > > >
  • TEMA GERAL PARA O MÊS DE MARIA 2014 > > >

Feliz daquela que acreditou

Postado por Anónimo | 5.5.14 | Sem comentários
— palavra para sábado da terceira semana de advento — 22 de dezembro —

— Evangelho segundo Lucas 1, 46-56

Naquele tempo, Maria disse: «A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Porque pôs os olhos na humildade da sua serva: de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-poderoso fez em mim maravilhas, Santo é o seu nome. A sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que O temem. Manifestou o poder do seu braço e dispersou os soberbos. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, como tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua descendência para sempre». Maria ficou junto de Isabel cerca de três meses e depois regressou a sua casa. 

— Maria disse: «A minha alma glorifica o Senhor»

Entre o povo hebreu era habitual compor hinos, cânticos, salmos, preces, como o comprova a própria Escritura. Este hino colocado pelo evangelista na boca de Maria insere-se neste contexto cultural judaico. 
Maria eleva para Deus um hino de louvor pela graça que lhe é concedida, ela que se considera uma humilde serva. O mérito não está nela, mas na misericórdia de Deus. E também porque não se manifesta apenas nela, mas estende-se por todas as gerações. Todo o hino está centrado na história humana, na qual Deus se torna presente: dispersa os soberbos, derruba os poderosos, exalta os humildes, entre os famintos de bens, despede os ricos de mãos vazias... E, em tudo, a misericórdia divina. 
O Deus revelado pelas palavras de Maria não se conforme com a sociedade vigente. Hoje, como ontem, é um Deus que deseja um mundo mais justo, mais humano. Esta é a verdadeira espiritualidade mariana. Quantas vezes procuramos em Maria práticas e devoções que se desviam dos evangelhos?! Queres imitar Maria? Toma este belo hino (Magnificat), reza-o e vive-o no teu dia a dia! E eis que o Natal acontecerá na tua vida e na vida dos teus irmãos!

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 22.12.12 | Sem comentários
  • Recentes
  • Arquivo