— palavra para sábado da terceira semana de advento — 22 de dezembro —

Maria eleva para Deus um hino de louvor pela graça que lhe é concedida, ela que se considera uma humilde serva. O mérito não está nela, mas na misericórdia de Deus. E também porque não se manifesta apenas nela, mas estende-se por todas as gerações. Todo o hino está centrado na história humana, na qual Deus se torna presente: dispersa os soberbos, derruba os poderosos, exalta os humildes, entre os famintos de bens, despede os ricos de mãos vazias... E, em tudo, a misericórdia divina.
O Deus revelado pelas palavras de Maria não se conforme com a sociedade vigente. Hoje, como ontem, é um Deus que deseja um mundo mais justo, mais humano. Esta é a verdadeira espiritualidade mariana. Quantas vezes procuramos em Maria práticas e devoções que se desviam dos evangelhos?! Queres imitar Maria? Toma este belo hino (Magnificat), reza-o e vive-o no teu dia a dia! E eis que o Natal acontecerá na tua vida e na vida dos teus irmãos!

— Evangelho segundo Lucas 1, 46-56
Naquele tempo, Maria disse: «A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Porque pôs os olhos na humildade da sua serva: de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-poderoso fez em mim maravilhas, Santo é o seu nome. A sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que O temem. Manifestou o poder do seu braço e dispersou os soberbos. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, como tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua descendência para sempre». Maria ficou junto de Isabel cerca de três meses e depois regressou a sua casa.
— Maria disse: «A minha alma glorifica o Senhor»
Entre o povo hebreu era habitual compor hinos, cânticos, salmos, preces, como o comprova a própria Escritura. Este hino colocado pelo evangelista na boca de Maria insere-se neste contexto cultural judaico.Maria eleva para Deus um hino de louvor pela graça que lhe é concedida, ela que se considera uma humilde serva. O mérito não está nela, mas na misericórdia de Deus. E também porque não se manifesta apenas nela, mas estende-se por todas as gerações. Todo o hino está centrado na história humana, na qual Deus se torna presente: dispersa os soberbos, derruba os poderosos, exalta os humildes, entre os famintos de bens, despede os ricos de mãos vazias... E, em tudo, a misericórdia divina.
O Deus revelado pelas palavras de Maria não se conforme com a sociedade vigente. Hoje, como ontem, é um Deus que deseja um mundo mais justo, mais humano. Esta é a verdadeira espiritualidade mariana. Quantas vezes procuramos em Maria práticas e devoções que se desviam dos evangelhos?! Queres imitar Maria? Toma este belo hino (Magnificat), reza-o e vive-o no teu dia a dia! E eis que o Natal acontecerá na tua vida e na vida dos teus irmãos!








