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INICIAR À ORAÇÃO 


O relato do livro do Génesis (32, 23-33) sobre a luta de Jacob com Deus é um texto «importante para a nossa vida de fé e de oração» — diz Bento XVI, na catequese sobre a oração proferida a vinte e cinco de maio de dois mil e onze.
Apesar de difícil interpretação, «o texto bíblico fala-nos da longa noite da busca de Deus, da luta para conhecer o seu nome e para ver o seu rosto; trata-se da noite da oração que, com tenacidade e perseverança, pede a Deus a bênção e um nome novo, uma renovada realidade, fruto de conversão e perdão».
A luta de Jacob e o encontro com Deus, como refere o Papa, serve de «ponto de referência para compreender a relação com Deus que, na oração, encontra a sua máxima expressão. A oração exige confiança, proximidade, quase num corpo a corpo simbólico não com um Deus adversário, inimigo, mas com o Senhor que abençoa, que permanece sempre misterioso, que parece inalcançável. Por isso, o autor sagrado utiliza o símbolo da luta, que implica força de espírito, perseverança e tenacidade para alcançar aquilo que se deseja. E se o objeto do desejo é a relação com Deus, a sua bênção e o seu amor, então a luta não poderá deixar de culminar no dom pessoal a Deus, no reconhecimento da própria debilidade, que vence precisamente quando consegue entregar-se nas mãos misericordiosas de Deus».
Em resumo, «toda a nossa vida é como esta longa noite de luta e de oração, que deve ser consumida no desejo e na busca de uma bênção de Deus».



  • Iniciar à oração — textos publicados no Laboratório da fé > > >



Laboratório da fé celebrada: iniciar à oração, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 6.8.14 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO PRIMEIRO DE ADVENTO

1 DE DEZEMBRO DE 2013


Isaías 2, 1-5

Visão de Isaías, filho de Amós, acerca de Judá e de Jerusalém: Sucederá, nos dias que hão de vir, que o monte do templo do Senhor se há de erguer no cimo das montanhas e se elevará no alto das colinas. Ali afluirão todas as nações e muitos povos acorrerão, dizendo: «Vinde, subamos ao monte do Senhor, ao templo do Deus de Jacob. Ele nos ensinará os seus caminhos e nós andaremos pelas suas veredas. De Sião há de vir a lei e de Jerusalém a palavra do Senhor». Ele será juiz no meio das nações e árbitro de povos sem número. Converterão as espadas em relhas de arado e as lanças em foices. Não levantará a espada nação contra nação, nem mais se hão de preparar para a guerra. Vinde, ó casa de Jacob, caminhemos à luz do Senhor.



Judá

No tempo de Isaías, o povo judeu estava dividido em dois reinos: a norte existia o reino de Israel; a sul, o reino de Judá, cuja capital era Jerusalém.

Jerusalém

O reino de Judá era muito pequeno em comparação com as nações vizinhos. O profeta Isaías anuncia que que a sua capital, Jerusalém, foi escolhida por Deus para unir os povos de toda a terra. Uma centena depois, Jesus morre e ressuscita em Jerusalém. A partir desse dia, milhões de peregrinos, oriundos de toda a terra, acorrem a Jerusalém para saborearem os sinais da presença de Deus.

Jacob

É o patriarca que dá origem às doze tribos de Israel (os doze filhos de Jacob). A Bíblia apresenta-o como neto de Abraão, filho de Isaac (cf. Livro do Génesis).



Caminhemos à luz do Senhor, à luz da fé

Os crentes que recebem esta mensagem profética têm necessidade de ser confortados na fé. Não se concretizou nada do que lhes tinha sido anunciado. Em vez de um futuro magnífico anunciado, viveram sempre uma ocupação permanente do seu país… Têm boas razões para esquecer definitivamente as palavras proféticas, de deixar de as ter em conta. Em vez disso, além de serem motivo de conversa e meditação, ainda as transmitiram às gerações seguintes. Porquê? Porque essas palavras exprimem a sua fé absoluta no Senhor. O Senhor quer a paz para todos e vai realizá-la. Então, mesmo nas situações mais difíceis é impossível abandonar a fé: «caminhemos á luz do Senhor».



© Laboratório da fé, 2013



  • Rezar o domingo a partir da primeira leitura: Isaías 2, 1-5 > > >



Rezar o domingo primeiro de Advento (Ano A), no Laboratório da fé, 2013
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 30.11.13 | Sem comentários
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