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Palavra para hoje: segundo domingo de advento (Imaculada Conceição)


A liturgia celebra e vive o único mistério da salvação de Deus. Vive-o em cada ano litúrgico, mas sempre sem o repetir. Cada ano litúrgico brota da novidade que nos vem do próprio Deus. Ele comunica-nos essa novidade através do seu Filho, Jesus Cristo: «Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo. [...] Será chamado Filho de Deus». Tudo o que diz respeito a Deus está presente no seu Filho, nosso Salvador. «Sobre ele repousará o espírito do Senhor». Jesus Cristo é o grande mensageiro de Deus, a presença de Deus no meio de nós. O mensageiro é também a mensagem que Deus nos quer dar a conhecer. Ele é a Palavra do Deus Pai que quer habitar em nós. E, se é assim, qual será, neste domingo, a nossa resposta?

Pergunta da semana: 

Quais são as minhas esperanças enfraquecidas?

Palavra de Deus - Lectio divina - imagem de fano
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 8.12.13 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO SEGUNDO DE ADVENTO

8 DE DEZEMBRO DE 2013


Isaías 11, 1-10

Naquele dia, sairá um ramo do tronco de Jessé e um rebento brotará das suas raízes. Sobre ele repousará o espírito do Senhor: espírito de sabedoria e de inteligência, espírito de conselho e de fortaleza, espírito de conhecimento e de temor de Deus. Animado assim do temor de Deus, não julgará segundo as aparências, nem decidirá pelo que ouvir dizer. Julgará os infelizes com justiça e com sentenças rectas os humildes do povo. Com o chicote da sua palavra atingirá o violento e com o sopro dos seus lábios exterminará o ímpio. A justiça será a faixa dos seus rins e a lealdade a cintura dos seus flancos. O lobo viverá com o cordeiro e a pantera dormirá com o cabrito; o bezerro e o leãozinho andarão juntos e um menino os poderá conduzir. A vitela e a ursa pastarão juntamente, suas crias dormirão lado a lado; e o leão comerá feno como o boi. A criança de leite brincará junto ao ninho da cobra e o menino meterá a mão na toca da víbora. Não mais praticarão o mal nem a destruição em todo o meu santo monte: o conhecimento do Senhor encherá o país, como as águas enchem o leito do mar. Nesse dia, a raiz de Jessé surgirá como bandeira dos povos; as nações virão procurá-la e a sua morada será gloriosa.



Jessé

Jessé tinha oito filhos. Pela história bíblica, sabemos que Deus enviou o profeta Samuel para escolher um rei de entre os oito filhos de Jessé. Ora, estranhamente, não foi escolhido o mais velho, nem o maior ou o mais forte... mas foi escolhido o mais jovem, o que andava no campo a cuidar do rebanho, o mais pequeno e, aparentemente, o mais frágil. Foi este «pequeno» David que se tornou um grande rei de Israel. Este é o motivo pelo qual Jessé se tornou célebre, recordado nos textos bíblicos: é o pai do rei David; é o antepassado de uma grande linhagem, representada como uma árvore: uma árvore aberta a um grande futuro, uma árvore que jamais devia morrer.

Temor de Deus

Não se trata de medo. Não é ter medo de Deus. É ter respeito. O respeito que temos em relação a Deus.



Deus promete um «rebento» de Jessé

As relações de Isaías com os reis do seu país não andam de vento em popa. As guerras com os povos vizinhos provocam reveses que humilham e fragilizam a população. Em nome da sua fé, o profeta reage. Para ele, o verdadeiro rei é Deus. Não foi Deus que prometeu dar prosperidade à dinastia de David? Numa altura em que os reis desrespeitam a justiça divina, Deus há de suscitar um novo descendente de David, que corresponderá às promessas de paz e de felicidade. O texto profético continuará a ter «validade», mesmo depois da dissolução da realeza em Israel. Deus suscitará um rei, um messias, segundo o seu coração que assegurará a paz ao povo e até a toda a Criação.



© Laboratório da fé, 2013



  • Rezar o domingo a partir da primeira leitura: Isaías 11, 1-10 > > >



Preparar o domingo segundo de Advento (Ano A), no Laboratório da fé, 2013
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 7.12.13 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO SEGUNDO DE ADVENTO

8 DE DEZEMBRO DE 2013


Isaías 11, 1-10

Naquele dia, sairá um ramo do tronco de Jessé e um rebento brotará das suas raízes. Sobre ele repousará o espírito do Senhor: espírito de sabedoria e de inteligência, espírito de conselho e de fortaleza, espírito de conhecimento e de temor de Deus. Animado assim do temor de Deus, não julgará segundo as aparências, nem decidirá pelo que ouvir dizer. Julgará os infelizes com justiça e com sentenças retas os humildes do povo. Com o chicote da sua palavra atingirá o violento e com o sopro dos seus lábios exterminará o ímpio. A justiça será a faixa dos seus rins e a lealdade a cintura dos seus flancos. O lobo viverá com o cordeiro e a pantera dormirá com o cabrito; o bezerro e o leãozinho andarão juntos e um menino os poderá conduzir. A vitela e a ursa pastarão juntamente, suas crias dormirão lado a lado; e o leão comerá feno como o boi. A criança de leite brincará junto ao ninho da cobra e o menino meterá a mão na toca da víbora. Não mais praticarão o mal nem a destruição em todo o meu santo monte: o conhecimento do Senhor encherá o país, como as águas enchem o leito do mar. Nesse dia, a raiz de Jessé surgirá como bandeira dos povos; as nações virão procurá-la e a sua morada será gloriosa.



Julgará os infelizes com justiça

e com sentenças retas os humildes do povo

Os capítulos 1 a 12 do livro de Isaías, secção que reflete com grande probabilidade a pregação do profeta do século VIII antes de Cristo, consta de duas partes principais: a primeira é formada pelos capítulos 1 a 5 (oráculos anteriores à guerra siro-efraimíta) e a segunda pelos capítulos 6 a 12, conhecidos como o «Livro do Emanuel». Com o nome de Emanuel («Deus-connosco»), atribuído a Judá, Isaías quer expressar a presença de Deus no meio do seu povo.
Isaías 11, 1-10 situa-se neste contexto (cf. por contraste 10, 27-34). Duas partes simétricas, dominadas por duas séries de metáforas, compõem este oráculo messiânico. A primeira parte (versículos 1-5) coloca no centro da cena um tronco cortado e seco (símbolo dos pecados e da infidelidade da dinastia davídica), do qual começa a brotar um rebento (o Messias enviado por Deus). Inspirado pelo Espírito, o Messias recebe o dom mais elevado: a construção no mundo de um reino de justiça e de paz. A segunda parte (versículos 6 a 12), na mesma linha da anterior, descreve um paraíso na terra, onde parelhas antitéticas de animais (selvagens e domésticos) convivem pacifica e harmoniosamente. Esta profusão de imagens envolve uma mensagem cheia de esperança: o mundo renova-se, reina a paz messiânica e toda a humanidade é convidada a participar nesse reinado de paz.

© Nuria Calduch Benages, Misa dominical
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor



  • Rezar o domingo a partir da primeira leitura: Isaías 11, 1-10 > > >



Preparar o domingo segundo de Advento (Ano A), no Laboratório da fé, 2013
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 5.12.13 | Sem comentários

REZAR O DOMINGO SEGUNDO DE ADVENTO

8 DE DEZEMBRO DE 2013


Isaías 11, 1-10

Naquele dia, sairá um ramo do tronco de Jessé e um rebento brotará das suas raízes. Sobre ele repousará o espírito do Senhor: espírito de sabedoria e de inteligência, espírito de conselho e de fortaleza, espírito de conhecimento e de temor de Deus. Animado assim do temor de Deus, não julgará segundo as aparências, nem decidirá pelo que ouvir dizer. Julgará os infelizes com justiça e com sentenças rectas os humildes do povo. Com o chicote da sua palavra atingirá o violento e com o sopro dos seus lábios exterminará o ímpio. A justiça será a faixa dos seus rins e a lealdade a cintura dos seus flancos. O lobo viverá com o cordeiro e a pantera dormirá com o cabrito; o bezerro e o leãozinho andarão juntos e um menino os poderá conduzir. A vitela e a ursa pastarão juntamente, suas crias dormirão lado a lado; e o leão comerá feno como o boi. A criança de leite brincará junto ao ninho da cobra e o menino meterá a mão na toca da víbora. Não mais praticarão o mal nem a destruição em todo o meu santo monte: o conhecimento do Senhor encherá o país, como as águas enchem o leito do mar. Nesse dia, a raiz de Jessé surgirá como bandeira dos povos; as nações virão procurá-la e a sua morada será gloriosa.



Ambientação

Invoquemos a luz e a força do Espírito Santo.
Os seus dons nos capacitem para compreender a Palavra e acolher a sua ação na nossa vida.



Leitura

A leitura do primeiro domingo de Advento
pedia-nos para subir ao monte Sião, o lugar da presença de Deus.
A partir daí, no segundo domingo,
somos convidados a contemplar o nosso mundo com a paz desejada por Deus.

Proclamação de Isaías 11, 1-10
Naquele dia, sairá um ramo do tronco de Jessé e um rebento brotará das suas raízes. Sobre ele repousará o espírito do Senhor: espírito de sabedoria e de inteligência, espírito de conselho e de fortaleza, espírito de conhecimento e de temor de Deus. Animado assim do temor de Deus, não julgará segundo as aparências, nem decidirá pelo que ouvir dizer. Julgará os infelizes com justiça e com sentenças rectas os humildes do povo. Com o chicote da sua palavra atingirá o violento e com o sopro dos seus lábios exterminará o ímpio. A justiça será a faixa dos seus rins e a lealdade a cintura dos seus flancos. O lobo viverá com o cordeiro e a pantera dormirá com o cabrito; o bezerro e o leãozinho andarão juntos e um menino os poderá conduzir. A vitela e a ursa pastarão juntamente, suas crias dormirão lado a lado; e o leão comerá feno como o boi. A criança de leite brincará junto ao ninho da cobra e o menino meterá a mão na toca da víbora. Não mais praticarão o mal nem a destruição em todo o meu santo monte: o conhecimento do Senhor encherá o país, como as águas enchem o leito do mar. Nesse dia, a raiz de Jessé surgirá como bandeira dos povos; as nações virão procurá-la e a sua morada será gloriosa.

Para compreender melhor este texto,
atende a cada um destes elementos que compõem a passagem bíblica:
  • Sobe, juntamente com o profeta Isaías, ao monte santo, o lugar da comunhão com Deus.
    Observa a partir daí:
    — Na história da salvação surge o Messias.
    A seiva da velha árvore é perene, porque é alimentada pelo próprio Deus;
    — O Espírito, que tornou possível a Criação e acompanhou a história de Israel,
    repousa em plenitude sobre o Messias;
    — O Messias estará do lado do desprotegido;
    — Sob a sua liderança amorosa, a vida será protegida. Isto atingirá todo o Universo.
  • Procura resumir em poucas palavras:
    Qual é a mensagem de fé que este texto transmite?
    Como é que esta mensagem se realiza em Jesus Cristo?



Meditação

O texto convida-nos a sonhar com um mundo novo, 
onde se viva os ensinamentos de Jesus Cristo e a comunhão com Deus.
Reflitamos e partilhemos o que esta passagem suscitou em cada um de nós.
Podem ajudar estas perguntas:
  • Que diz esta passagem sobre a realidade que estamos a viver a nível nacional e internacional?
  • Qual é o ponto de partida do sonho de Isaías?
  • O que é que nós podemos fazer, como grupo?
  • Olha para dentro de ti.
    Quais são as tuas esperanças enfraquecidas, as tuas relações desgastadas?
    Qual é o desafio que esta passagem te coloca?


Oração

O contacto com a Palavra e a sua atualização
põe a descoberto a nossa incapacidade para responder
e, ao mesmo tempo, a urgência de a tornar viva em nós.
Apresentemos tudo isso ao Senhor.

Proclamamos de novo o texto de Isaías 11, 1-10

Depois de um tempo de silêncio,
partilhamos a nossa oração com os outros membros do grupo.
Depois de cada intervenção, dizemos: «Vem, Senhor Jesus!».

Podemos terminar recitando juntos o salmo responsorial (Salmo 71 [72]):

Nos dias do Senhor nascerá a justiça e a paz para sempre.

Ó Deus, dai ao rei o poder de julgar
e a vossa justiça ao filho do rei.
Ele governará o vosso povo com justiça
e os vossos pobres com equidade.

Florescerá a justiça nos seus dias
e uma grande paz até ao fim dos tempos.
Ele dominará de um ao outro mar,
do grande rio até aos confins da terra.

Socorrerá o pobre que pede auxílio
e o miserável que não tem amparo.
Terá compaixão dos fracos e dos pobres
e defenderá a vida dos oprimidos.

O seu nome será eternamente bendito
e durará tanto como a luz do sol;
nele serão abençoadas todas as nações,
todos os povos da terra o hão de bendizer.



«Sai dos teus interesses que atrofiam o teu coração, supera a indiferença para com o outro que torna o teu coração insensível, vence as tuas razões de morte e abre-te ao diálogo, à reconciliação: olha a dor do teu irmão, olha a dor do teu irmão, e não acrescentes mais dor, segura a tua mão, reconstrói a harmonia perdida; e isso não com o confronto, mas com o encontro!» (Papa Francisco, Homilia a 7 de setembro de 2013).



© www.verbodivino.es
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013


Rezar o domingo segundo de Advento (Ano A), no Laboratório da fé, 2013
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 4.12.13 | Sem comentários

CELEBRAR O DOMINGO SEGUNDO DE ADVENTO

UMA LITURGIA SIMPLES E BELA

Apresentamos algumas sugestões para concretizar o fruto esperado deste ano pastoral: «uma liturgia simples e bela, sinal da comunhão entre Deus e os seres humanos».



Imaculada Conceição ou segundo domingo de Advento?


  • Os domingos de Advento têm precedência sobre todas as solenidades (segundo a ordem de precedência indicada na tabela dos dias litúrgicos). As solenidades que ocorrem nos domingos de Advento são transferidas para a segunda-feira seguinte. É o que deveria acontecer este ano com a solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria.
  • No entanto, há uma autorização para que, em Portugal, se possa celebrar a solenidade da Imaculada Conceição, no seu próprio dia, 8 de dezembro (mesmo que coincida com o domingo). Com as seguintes condições: 1) «que, na Missa, a II Leitura seja a do domingo II do Advento; 2) que se faça menção deste domingo na homilia; 3) que a oração conclusiva da oração dos fiéis seja a oração coleta do mesmo domingo».
  • Tendo em conta o espírito destas «condições», porque queremos valorizar os textos de Isaías, ao longo deste Advento, sugerimos: que seja mantida a primeira leitura do segundo domingo de Advento (Isaías 11, 1-10) e o respetivo salmo responsorial (Salmo 71 [72]); que a segunda leitura (Efésios 1, 3-6.11-12) e o evangelho (Lucas 1, 26-38) sejam os correspondentes à solenidade da Imaculada Conceição.



Arte de celebrar

PROCISSÃO DE ENTRADA. A procissão é o início (solene) da celebração. Não se trata de uma honra destinada ao presidente (presbítero ou bispo) da celebração. É sinal da abertura de toda a assembleia a um Outro, Aquele que é verdadeiramente o Presidente da celebração. Por isso, é aconselhável que todos se voltem para acompanhar a procissão que caminha pelo meio da assembleia. Se não há acólitos ou «servos» do altar, os membros da equipa de liturgia, os leitores, as crianças e os jovens precedem o presidente. À frente de todos surgem, normalmente, a cruz e os círios (velas). Em tempo de Advento, pode também fazer parte da procissão de entrada a vela ou as velas dos domingos anteriores (neste caso concreto, a vela do primeiro domingo; a vela do segundo domingo, porque ainda apagada, não acompanha a procissão de entrada). Quando a procissão chega ao altar, se possível, todos se desviam para que o presidente se coloque ao centro. E todos se inclinam (ou ajoelham) diante do altar. Depois, o presidente venera o altar (beijo, incenso) e ocupa o lugar na cadeira do presidente.



Fé celebrada com a comunidade


  • «Caminhemos à luz do Senhor»! — é a temática proposta para acompanhar a celebração e vivência deste novo tempo de Advento, apoiada nos textos bíblicos da primeira leitura (Isaías). Com o segundo domingo de Advento somos convidados a caminhar com Jesus Cristo, luz do mundo. A procissão de entrada pode ajudar a interiorizar esta caminhada. Um mesmo rito pode acompanhar os quatro domingos: entrada em silêncio; breve paragem no meio da assembleia; proclamação da frase-chave de cada domingo («A justiça será a faixa dos seus rins»); cântico de entrada. 
  • A solenidade da Imaculada Conceição pode ser destacada com um arranjo floral colocado junto da imagem de Maria e/ou, se for oportuno, colocando a imagem em lugar de destaque, no presbitério.
  • Segunda vela de Advento. Após a primeira leitura, acende-se a segunda vela, acompanhada por um breve comentário: «O profeta Isaías, numa situação difícil, encoraja a acreditar na vinda de um salvador. Ele estará cheio do 'espírito do Senhor' e 'a justiça será a faixa dos seus rins'. Caminhemos à luz do Senhor!».
  • A profecia de Isaías (primeira leitura) destaca o desejo de paz universal. Aquele que Maria acolhe no seu seio é o «Príncipe da Paz». A proximidade do Natal é uma ocasião propícia para relembrar os nossos desejos mais profundos. Mas não entenderemos nada, se a festa do Natal não despertar em nós o desejo de paz absoluta, uma paz universal. Esta realidade pode ser recordada no momento da paz: «Antes de partilhar o mesmo Pão, saudemo-nos, uns aos outros, com um gesto de paz, dado em nome do Príncipe da Paz».



Fé celebrada com a catequese


  • O Advento prepara o nascimento do Príncipe da Paz (Jesus Cristo). O profeta Isaías (na primeira leitura) imagina esse reino de paz universal, a verdadeira felicidade que Deus quer instaurar em toda a Criação. As crianças podem preparar umas «cartas» com as imagens dos animais enunciados no texto bíblico (Isaías 11, 1-10: lobo, cordeiro, pantera, cabrito, bezerro, leãozinho, menino, vitela, ursa, leão, boi, bebé, cobra, víbora). Depois, joga-se com as «cartas» para ajudar a entender este «sonho» de Deus: a paz universal. Quando o lobo se junta com um cordeiro, o que é que acontece? O que propõe o profeta Isaías? O jogo pode terminar com um diálogo idêntico a este: O que o profeta Isaías anuncia sobre os animais, também se pode realizar entre as pessoas. Hoje, como podemos viver o texto de Isaías (harmonia, perdão, reconciliação, paz)? 
  • O texto da primeira leitura (Isaías 11, 1-10) anuncia que sobre o «rebento» de Jessé «repousará o espírito do Senhor». E enumera os «dons» do Espírito Santo: sabedoria, inteligência, conselho, fortaleza, conhecimento, (piedade), temor de Deus. Depois de aprofundar o sentido de cada um (YOUCAT 310), podem ser preparados sete cartazes, um para cada dom.

© Laboratório da fé, 2013

Celebrar o domingo segundo de Advento (Ano A), no Laboratório da fé, 2013
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 4.12.13 | Sem comentários
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