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MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


Resumo do número 10
«Há necessidade que a fraternidade seja descoberta, amada, experimentada, anunciada e testemunhada; mas só o amor dado por Deus é que nos permite acolher e viver plenamente a fraternidade». A falta de abertura a Deus empobrece a atividade humana e reduz a pessoa a «objeto passível de exploração». Por isso, a dimensão transcendente do ser humano nunca pode ser ignorada ou aniquilada, também no setor da política e da economia. Só assim «poderão ser instrumento eficaz de desenvolvimento humano integral e de paz». «Cristo veio ao mundo para nos trazer a graça divina, isto é, a possibilidade de participar na sua vida. Isto implica tecer um relacionamento fraterno, caracterizado pela reciprocidade, o perdão, o dom total de si mesmo, segundo a grandeza e a profundidade do amor de Deus». O mandamento do amor insere-se na boa nova trazida por Cristo, «que requer, de cada um, um passo mais, um exercício perene de empatia, de escuta do sofrimento e da esperança do outro, mesmo do que está mais distante de mim, encaminhando-se pela estrada exigente daquele amor que sabe doar-se e gastar-se gratuitamente» pelo bem dos outros. Esta atitude de serviço dirigida a todas as pessoas não é opcional. «O serviço é a alma da fraternidade que edifica a paz». «Que Maria, a Mãe de Jesus, nos ajude a compreender e a viver todos os dias a fraternidade que jorra do coração do seu Filho, para levar a paz a todo o homem que vive nesta nossa amada terra».

© Laboratório da fé, 2014



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Fraternidade, fundamento e caminho para a paz, Laboratório da fé, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 10.1.14 | Sem comentários

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


Resumo do número 9
A natureza é um «dom comum» que recebemos do Criador. Os benefícios retirados da natureza exigem um agir responsável, o reconhecimento da «'gramática' que está inscrita nela», a utilização «com sabedoria» dos «recursos para proveito de todos, respeitando a beleza, a finalidade e a utilidade dos diferentes seres vivos e a sua função no ecossistema». «Em vez disso, muitas vezes deixamo-nos guiar pela ganância, pela soberba de dominar, possuir, manipular, desfrutar; não guardamos a natureza, não a respeitamos, nem a consideramos como um dom gratuito de que devemos cuidar e colocar ao serviço dos irmãos». Entretanto, é urgente refletir sobre a forma como se utilizam os recursos da natureza. «A persistente vergonha da fome no mundo leva-me a partilhar convosco esta pergunta: De que modo usamos os recursos da terra?». O «escândalo» da fome contraria o «destino universal dos bens, que é um dos princípios fulcrais da doutrina social da Igreja». «É um dever impelente que se utilizem de tal modo os recursos da terra, que todos se vejam livres da fome. As iniciativas e as soluções possíveis são muitas, e não se limitam ao aumento da produção. […] É necessário encontrar o modo para que todos possam beneficiar dos frutos da terra, não só para evitar que se alargue o fosso entre aqueles que têm mais e os que devem contentar-se com as migalhas, mas também e sobretudo por uma exigência de justiça e equidade e de respeito por cada ser humano».

© Laboratório da fé, 2014



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Fraternidade, fundamento e caminho para a paz, Laboratório da fé, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 9.1.14 | Sem comentários

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


Resumo do número 8
As esperanças legítimas em relação ao futuro, «ao crescimento em plenitude», «não devem ser frustradas nem lesadas». Contudo, «mesmo nas disputas, que constituem um aspeto inevitável da vida, é preciso recordar-se sempre de que somos irmãos». A fraternidade «vence o egoísmo individual» e gera paz social, «cria um equilíbrio entre liberdade e justiça, entre responsabilidade pessoal e solidariedade, entre bem dos indivíduos e bem comum». Ao contrário, o egoísmo provoca «a corrupção e o crime organizado», que se «difunde de maneira capilar, quer na formação de organizações criminosas […] que, minando profundamente a legalidade e a justiça, ferem no coração a dignidade da pessoa. Estas organizações ofendem gravemente a Deus, prejudicam os irmãos e lesam a criação». Como exemplo, o Papa apresenta o «drama dilacerante da droga», os «tráficos ilícitos de dinheiro», a «especulação financeira», a «prostituição», o «tráfico de seres humanos», «os crimes e abusos contra menores», «a escravidão», «a tragédia frequentemente ignorada dos emigrantes sobre quem se especula indignamente na ilegalidade», «as condições desumanas de muitos estabelecimentos prisionais». «Mas o homem pode converter-se, e não se deve jamais desesperar da possibilidade de mudar de vida. Gostaria que isto fosse uma mensagem de confiança para todos, mesmo para aqueles que cometeram crimes hediondos, porque Deus não quer a morte do pecador, mas que se converta e viva».

© Laboratório da fé, 2014



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Fraternidade, fundamento e caminho para a paz, Laboratório da fé, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 8.1.14 | Sem comentários

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


Resumo do número 7
A guerra é «uma grave e profunda ferida infligida à fraternidade». «Há muitos conflitos que se consumam na indiferença geral». Ora, a missão da Igreja é «levar o amor de Cristo também às vítimas indefesas das guerras esquecidas, através da oração pela paz, do serviço aos feridos, aos famintos, aos refugiados, aos deslocados e a quantos vivem no terror». O papa Francisco, em nome da Igreja, «levanta a sua voz» para se dirigir a «quantos semeiam violência e morte, com as armas: naquele que hoje considerais apenas um inimigo a abater, redescobri o vosso irmão e detende a vossa mão! Renunciai à via das armas e ide ao encontro do outro com o diálogo, o perdão e a reconciliação para reconstruir a justiça, a confiança e esperança ao vosso redor!». Há uma clara certeza: «a fraternidade extingue a guerra». Mas, hoje, a grande quantidade de armamento disponível torna-se uma séria e real ameaça à paz. Urge continuar a defender o desarmamento e a não-proliferação das armas. Entretanto, constata-se que não bastam os acordos entre os estados. «É precisa uma conversão do coração que permita a cada um reconhecer no outro um irmão do qual cuidar e com o qual trabalhar para, juntos, construírem uma vida em plenitude para todos». É desejo do Papa que «se possa chegar também à efetiva aplicação, no direito internacional, do direito à paz como direito humano fundamental, pressuposto necessário para o exercício de todos os outros direitos».

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Fraternidade, fundamento e caminho para a paz, Laboratório da fé, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 7.1.14 | Sem comentários

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


Resumo do número 6
Um ponto importante brota da reflexão sobre as origens da crise económica que domina o mundo atual. Apesar dos alertas lançados ao longo dos tempos — disso são testemunha as palavras de João Paulo II (em 1979): o «perigo de que, enquanto progride enormemente o domínio do ser humano sobre o mundo das coisas, ele perca os fios essenciais deste seu domínio e, de diversas maneiras, submeta a elas a sua humanidade, e ele próprio se torne objeto de multiforme manipulação, se bem que muitas vezes não diretamente percetível» —, a verdade é que muitas pessoas procuraram e continuam a procurar «o bem-estar, a felicidade e a segurança no consumo e no lucro fora de toda a lógica duma economia saudável». Por isso, é preciso despertar para «a redescoberta da fraternidade na economia». Até porque a origem das crises está profundamente relacionada com o «progressivo afastamento do ser humano de Deus e do próximo, com a ambição desmedida de bens materiais, por um lado, e o empobrecimento das relações interpessoais e comunitárias, por outro». O caminho para uma solução eficaz passa pelo repensar dos «modelos de desenvolvimento económico», pela mudança dos «estilos de vida», pela recuperação das «virtudes da prudência, temperança, justiça e fortaleza». Estas podem ajudar a «redescobrir os laços fraternos» para além da «maximização do próprio lucro individual», ajudando assim a «construir e manter uma sociedade à medida da dignidade humana».

© Laboratório da fé, 2014



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Fraternidade, fundamento e caminho para a paz, Laboratório da fé, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 6.1.14 | Sem comentários

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


Resumo do número 5
Bento XVI afirmou que a ausência de fraternidade é causa da pobreza. Então, a fraternidade é «premissa para vencer a pobreza». Esta constatação serve de referência para apresentar dois tipos de pobreza: «pobreza relacional, devido à carência de sólidas relações familiares e comunitárias»; «pobreza relativa», «desigualdades entre pessoas e grupos» da mesma sociedade. A pobreza relacional pode ser ultrapassada com a «redescoberta e valorização de relações fraternas no seio das famílias e das comunidades, através da partilha das alegrias e tristezas, das dificuldades e sucessos». A pobreza relativa desaparece com o recurso a «políticas eficazes que promovam o princípio da fraternidade, garantindo às pessoas – iguais na sua dignidade e nos seus direitos fundamentais – acesso aos ‘capitais’, aos serviços, aos recursos educativos, sanitários e tecnológicos, para que cada uma delas tenha oportunidade de exprimir e realizar o seu projeto de vida». Na mesma linha, não se pode «esquecer o ensinamento da Igreja sobre a chamada hipoteca social»: as «coisas exteriores» que cada um possui legitimamente não se podem considerar «só como próprias, mas também como comuns, no sentido de que possam beneficiar não só a si mas também aos outros». Tudo isto ganha ainda mais sentido a partir da vivência do «desapego»: assumir «estilos de vida sóbrios e essenciais»; partilhar os bens como expressão de «comunhão fraterna». «Isto é fundamental, para seguir Jesus Cristo e ser verdadeiramente cristão».

© Laboratório da fé, 2014



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Fraternidade, fundamento e caminho para a paz, Laboratório da fé, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 5.1.14 | Sem comentários

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


Resumo do número 4
Sugerindo a leitura das Encíclicas de Paulo VI (sobre o desenvolvimento dos povos) e João Paulo II (sobre a solicitude social da Igreja), o papa Francisco reitera que «a fraternidade é fundamento e caminho para a paz». No pensamento de Paulo VI, os «mais favorecidos» são os primeiros a sentir o dever de «trabalhar juntos para construir o futuro comum da humanidade», em três dimensões: «o dever de solidariedade, que exige que as nações ricas ajudem as menos avançadas; o dever de justiça social, que requer a reformulação em termos mais corretos das relações defeituosas entre povos fortes e povos fracos; o dever de caridade universal, que implica a promoção de um mundo mais humano para todos, um mundo onde todos tenham qualquer coisa a dar e a receber, sem que o progresso de uns seja obstáculo ao desenvolvimento dos outros». No pensamento de João Paulo II, a paz apresenta-se como «um bem indivisível: ou é bem de todos, ou não o é de ninguém». Neste sentido, há alguns critérios de ação que são fundamentais: vencer a «avidez do lucro» e a «sede de poder» com a disponibilidade para «estar pronto a ‘perder-se’ em benefício do próximo». Este não pode ser visto como «instrumento», mas como «semelhante». Sem esquecer que o próximo é um «irmão», uma «imagem viva de Deus Pai, resgatada pelo sangue de Jesus Cristo e tornada objeto da ação permanente do Espírito Santo». Esta consciência «conferirá ao nosso olhar sobre o mundo como que um novo critério» para o interpretar e transformar.

© Laboratório da fé, 2014



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Fraternidade, fundamento e caminho para a paz, Laboratório da fé, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 4.1.14 | Sem comentários

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


Resumo do número 3
Duas perguntas — «Poderão um dia os homens e as mulheres deste mundo corresponder plenamente ao anseio de fraternidade, gravado neles por Deus Pai? Conseguirão, meramente com as suas forças, vencer a indiferença, o egoísmo e o ódio, aceitar as legítimas diferenças que caracterizam os irmãos e as irmãs?» — dão o mote à reflexão do Papa sobre a «raiz da fraternidade»: a «paternidade de Deus», cuja origem é o «amor pessoal, solícito e extraordinariamente concreto de Deus por cada um». Este amor de Deus «quando é acolhido, torna-se no mais admirável agente de transformação da vida e das relações com o outro, abrindo os seres humanos à solidariedade e à partilha ativa». Face a esta constatação, podemos parafrasear Jesus Cristo: «Vós sois todos irmãos» (Mateus 23, 8). Entretanto, «a fraternidade humana foi regenerada em e por Jesus Cristo, com a sua morte e ressurreição. A cruz é o ‘lugar’ definitivo de fundação da fraternidade». Assim, retomando o «projeto inicial», Jesus Cristo surge como «princípio novo e definitivo» da fraternidade universal. Pela sua morte e ressurreição, foram superadas as barreiras entre os povos, «constituindo-nos como humanidade nova». Por conseguinte, na família de Deus («filhos dum mesmo Pai» e «filhos no Filho»), todos possuem a mesma dignidade, «todos são amados por Deus, todos foram resgatados pelo sangue de Cristo […]. Esta é a razão pela qual não se pode ficar indiferente perante a sorte dos irmãos».

© Laboratório da fé, 2014



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Fraternidade, fundamento e caminho para a paz, Laboratório da fé, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 3.1.14 | Sem comentários

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


Resumo do número 2
«Onde está o teu irmão?» (Génesis 4, 9). A partir desta pergunta feita por Deus a Caim, o Papa propõe uma reflexão sobre «o difícil dever, a que todos os seres humanos são chamados, de viver juntos, cuidando uns dos outros», apesar das diferenças. A morte do irmão por inveja «atesta, tragicamente, a rejeição radical da vocação a ser irmãos». Caim «recusa reconhecer-se irmão, relacionar-se positivamente com ele, viver diante de Deus, assumindo as suas responsabilidades de cuidar e proteger o outro». Esta atitude manifesta desprezo pelo projeto de Deus, «frustra a sua vocação original para ser filho de Deus e viver a fraternidade». Quais foram os motivos profundos que levaram Caim «a ignorar o vínculo de fraternidade e, simultaneamente, o vínculo de reciprocidade e comunhão que o ligavam ao seu irmão Abel»? A presença deste episódio no relato bíblico das origens (Génesis 4, 1-16), onde se pretende sugerir a mesma proveniência (sem pretensão histórica, mas teológica) — Adão e Eva são criados por Deus à sua imagem e semelhança — «ensina que a humanidade traz inscrita em si mesma uma vocação à fraternidade, mas também a possibilidade dramática da sua traição. Disso mesmo dá testemunho o egoísmo diário, que está na base de muitas guerras e injustiças: na realidade, muitos homens e mulheres morrem pela mão de irmãos e irmãs que não sabem reconhecer-se como tais, isto é, como seres feitos para a reciprocidade, a comunhão e a doação».

© Laboratório da fé, 2014



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Fraternidade, fundamento e caminho para a paz, Laboratório da fé, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 2.1.14 | Sem comentários

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


Resumo do número 1
A temática da fraternidade — «fundamento e caminho para a paz» — preenche a (primeira) Mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial da Paz. A fraternidade, «dimensão essencial» de qualquer ser humano, habita o coração de quem percebe na comunhão o único caminho possível para a «construção duma sociedade justa, duma paz firme e duradoura». A educação para a fraternidade, que tem de começar na família («fonte de toda a fraternidade»), ensina a ver no outro um irmão que «devemos acolher e abraçar», nunca um inimigo ou corrente. No contexto atual, embora pareça haver uma maior «proximidade» entre todos, o que se constata é uma «’globalização da indiferença’ que lentamente nos faz ‘habituar’ ao sofrimento alheio, fechando-nos em nós mesmos». Recordando palavras de Bento XVI, confirma-se que a globalização «torna-nos vizinhos, mas não nos faz irmãos». Por isso, continuam a verificar-se constantes atropelos aos direitos humanos fundamentais (vida, religião). «Às guerras feitas de confrontos armados juntam-se guerras menos visíveis, mas não menos cruéis, que se combatem nos campos económico e financeiro com meios igualmente demolidores de vidas, de famílias, de empresas». Estamos num tempo em que parece predominar um conceito «pragmático e egoísta» de convivência humana, uma «mentalidade do ‘descartável’». Então, para alcançar uma verdadeira fraternidade entre todos é preciso aceitar a existência de uma «paternidade transcendente».

© Laboratório da fé, 2014



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Fraternidade, fundamento e caminho para a paz, Laboratório da fé, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 1.1.14 | Sem comentários
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