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— rezar diariamente com o evangelho  — 

— Evangelho segundo Lucas 9, 28b-36

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar. Enquanto orava, alterou-se o aspecto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente. Dois homens falavam com Ele: eram Moisés e Elias, que, tendo aparecido em glória, falavam da morte de Jesus, que ia consumar-se em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. Quando estes se iam afastando, Pedro disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer. Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem. Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.

— Vamos, brilhemos!

Neste domingo, a passagem do evangelho segundo Lucas convida-nos a brilhar à nossa volta. Brilhar, sim; mas não de uma forma voluntarista ou para ser o maior. Trata-se de brilhar a partir duma relação da qual sou testemunha: o amor do Pai pelo Filho e do Filho pelo Pai. Sou convidado a participar com a minha vida neste impulso de confiança recebido e oferecido. Vivendo desta relação, entrando na escola de Jesus, contemplando-o na oração, meditando a sua palavra, colocando-a em prática no coração da minha vida, abro-me ao seu Espírito que me faz brilhar no dia a dia. Assim, torno-me sinal da sua presença ativa no mundo. Existe nova evangelização mais bela? Então... brilhemos!

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
— a utilização e publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor —


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 24.2.13 | Sem comentários
— rezar diariamente com o evangelho do próximo domingo  — 

— Evangelho segundo Lucas 9, 28b-36

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar. Enquanto orava, alterou-se o aspecto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente. Dois homens falavam com Ele: eram Moisés e Elias, que, tendo aparecido em glória, falavam da morte de Jesus, que ia consumar-se em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. Quando estes se iam afastando, Pedro disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer. Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem. Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.

— Este é o meu Filho

Enquanto Moisés e Elias se separam de Jesus, Pedro propõe montar três tendas. Uma nuvem, que recorda a saída do Egito, cobre-os com a sua sombra, enche-os de medo. Da nuvem o Pai revela: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». Resultado? Jesus fica de novo sozinho. Ao longo de todo o dia vou deixar ecoar no coração esta frase, guardando silêncio, procurando abarcar toda a amplitude desta afirmação.

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
— a utilização e publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor —



Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 23.2.13 | Sem comentários
— rezar diariamente com o evangelho do próximo domingo  — 

— Evangelho segundo Lucas 9, 28b-36

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar. Enquanto orava, alterou-se o aspecto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente. Dois homens falavam com Ele: eram Moisés e Elias, que, tendo aparecido em glória, falavam da morte de Jesus, que ia consumar-se em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. Quando estes se iam afastando, Pedro disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer. Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem. Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.

— A outra montanha

Quatro personagens, mas agora são seis com a chegada de Moisés e Elias, que entram em diálogo com Jesus. Através de uma montanha, o diálogo entre eles indica-me outra montanha: aquela de Jerusalém, o lugar onde se vai revelar de maneira paradoxal a glória de Jesus. Esta montanha do futuro é também a dos meus combates, do meu reduto, que eu tenho de atravessar. Senhor, dá-me a força para tomar, na minha vez, este caminho.

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
— a utilização e publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor —




Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 22.2.13 | Sem comentários
— rezar diariamente com o evangelho do próximo domingo  — 

— Evangelho segundo Lucas 9, 28b-36

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar. Enquanto orava, alterou-se o aspecto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente. Dois homens falavam com Ele: eram Moisés e Elias, que, tendo aparecido em glória, falavam da morte de Jesus, que ia consumar-se em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. Quando estes se iam afastando, Pedro disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer. Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem. Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.

— Três testemunhas

Jesus escolhe três discípulos para o seguir até à montanha. Olho essas personagens durante a caminhada. Escuto as suas discussões ou o seu silêncio. Duma certa forma, estou com eles, imaginando tudo o que se pode passar na cabeça de um discípulo escolhido de entre os doze. Chegados ao alto, guardam silêncio e adormecem. Senhor, ajuda-me a estar sempre a teu lado na minha oração.

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
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Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 21.2.13 | Sem comentários
— SEGUNDO DOMINGO da Quaresma — 

«Este é o meu Filho, o meu Eleito» [Lucas 9, 35]


A transfiguração de Jesus é muitas vezes representada em ícones. Vemos Jesus de pé, cheio de luz, rodeado por Moisés e Elias. Parece que está a dançar no cima da montanha, enquanto aos seus pés três apóstolos vivem uma reviravolta corporal em vários momentos sucessivos.
Ver a glória de Deus, depois de Jesus lhes anunciar a paixão e morte, não é assim tão evidente. Uma transformação interior acontece neles, ao ponto de serem literalmente atirados ao chão. Este companheiro que eles seguem há algum tempo revela-se agora um outro bem diferente do que eles conheciam. Ultrapassa-os.
Aceitamos subir à montanha com Jesus para sofrer, como os discípulos, uma mudança radical?

© Anne-Marie Aitken — www.versdimanche.com —
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
— a utilização ou publicação deste texto precisa de prévia autorização —

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 21.2.13 | Sem comentários
— rezar diariamente com o evangelho do próximo domingo  — 

— Evangelho segundo Lucas 9, 28b-36

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar. Enquanto orava, alterou-se o aspecto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente. Dois homens falavam com Ele: eram Moisés e Elias, que, tendo aparecido em glória, falavam da morte de Jesus, que ia consumar-se em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. Quando estes se iam afastando, Pedro disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer. Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem. Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.

— Transfiguração

Durante a oração, Jesus fica com um aspeto brilhante: parece transfigurado. O seu rosto «alterou-se» e as suas vestes «ficaram de uma brancura refulgente». Nos transportes públicos, no escritório, na família ou simplesmente na rua, acontece-me ver alguma pessoa com um aspeto brilhante. Hoje, rezo com a ajuda desses rostos e regozijo-me por essas ilhas de paz que são essas pessoas. Eu também, sou chamado a tal brilho, aspeto brilhante.

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
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Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 20.2.13 | Sem comentários
— rezar diariamente com o evangelho do próximo domingo  — 

— Evangelho segundo Lucas 9, 28b-36

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar. Enquanto orava, alterou-se o aspecto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente. Dois homens falavam com Ele: eram Moisés e Elias, que, tendo aparecido em glória, falavam da morte de Jesus, que ia consumar-se em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. Quando estes se iam afastando, Pedro disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer. Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem. Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O». Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.

— Um lugar para rezar

Jesus vai rezar. Como é seu hábito, escolhe um lugar afastado da multidão e do barulho, um lugar isolado: neste caso é uma montanha. Ora a montanha, no imaginário judaico, faz referência ao dom da Lei a Moisés e ao encontro com Deus. Bela ocasião para me questionar quais são os lugares onde eu posso estar com calma, retomar as forças na oração, num coração a coração com Deus. As igrejas, a natureza, uma casa, um lugar particular, a cidade? Lembro-me na minha oração de pedir ao Senhor que me ajude a fazer do meu dia a dia mais «uma montanha» onde encontro Deus com os outros.

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
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Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 19.2.13 | Sem comentários
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