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Quinta-feira da quinta semana de Páscoa


Evangelho segundo João 15, 9-11

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Disse-vos estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa».

A vossa alegria seja completa

A alegria faz bem à saúde. A alegria é um desejo de todos os humanos: ser felizes, isto é, viver com alegria. Apesar disso, há sempre alguns que até parece preferirem a tristeza. Para esses, a alegria e o bom humor são incompatíveis com a seriedade na vida. E, dessa forma, estar de cara séria tornou-se o contrário de estar a sorrir, estar alegre. Este «vírus» também entrou na religião!
Jesus Cristo entrega aos seus discípulos a plenitude da alegria. «A vossa alegria seja completa». A alegria completa que Jesus Cristo transmite aos seus amigos é a felicidade desejada por todos os seres humanos. É preciso medir os níveis de alegria que estão no nosso sangue, que nos habitam, para compreender qual é o estado da nossa vida cristã ressuscitada. «A alegria constitui um sinal de fé» (James Martin, «Deus Ri. Alegria, humor e riso na vida espiritual», Sinais de Fogo, Lisboa 2012, 112). Não podemos esquecer as indicações dadas pelo nosso médico de família: Jesus Cristo.
Ora, ao falar de alegria, Jesus fala também do amor. São duas atitudes de vida fundamentais. Um amor praticado segundo o Evangelho traduz-se em alegria completa. Os ensinamentos de Jesus sobre o amor têm como finalidade conduzir os seus discípulos para a alegria completa, plena. 
As atitudes de vida não se podem impor. Elas transmitem-se por contágio! Jesus Cristo quer que os seus discípulos vivam no amor e na alegria. E dessa forma sejam capazes de contagiar os outros. A missão dos cristãos é evangelizar com alegria!

© Laboratório da fé, 2013

João 20, 20 - www.laboratoriodafe.net
Postado por Anónimo | 2.5.13 | Sem comentários

Domingo da quinta semana de Páscoa


Evangelho segundo João 13, 31-33a.34-35

Quando Judas saiu do Cenáculo, disse Jesus aos seus discípulos: «Agora foi glorificado o Filho do homem e Deus foi glorificado n’Ele. Se Deus foi glorificado n’Ele, Deus também O glorificará em Si mesmo e glorificá-l’O-á sem demora. Meus filhos, é por pouco tempo que ainda estou convosco. Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros».

A porta da fé abre-se com o coração

Paulo e Barnabé «convocaram a Igreja, contaram tudo o que Deus fizera com eles e como abrira aos gentios a porta da fé». Que bela expressão sobre a ação apostólica! Ao proclamar este Ano da Fé que estamos a viver o Papa Bento XVI escreveu: «A Porta da Fé [...] está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma» («A Porta da Fé», 1). No evangelho, Jesus Cristo diz que a abertura da porta da fé passa pela abertura dos corações: «Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros». 

O essencial do cristão: amar

O mandamento do amor continua tão novo! Se calhar ainda está por estrear! Não se trata apenas de uma coisa muito importante; é o essencial. Sem amor, não há cristão, não há vida cristã. 
A pergunta que temos de fazer hoje é esta: O mandamento do amor apresentado por Jesus Cristo inspira a tua [minha] maneira de viver? Não pode ser um amor teórico. O amor é uma atitude concreta vivida na relação com os outros. A última frase de Jesus Cristo reforça a importância essencial do amor: «Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros». Quando não amamos, não somos discípulos de Jesus Cristo! Não somos cristãos.
Talvez tenhamos insistido demasiado no acessório: normas para cumprir; doutrinas para acreditar; rituais para celebrar. E esquecemos o que é para viver como essencial: o amor. 
Há ainda outro perigo: apresentar o amor como um preceito, uma norma. E volta a não resultar. 
O importante é aprender a descobrir a importância do amor. Enquanto não fizer esta descoberta, nunca percebei a grandeza e a beleza deste mandamento novo dado por Jesus Cristo. Se não dou este passo, será sempre uma norma sem consequências na minha vida. Até posso apreciar as palavras de Jesus Cristo; mas não influenciarão a minha maneira de viver. 

A novidade de Jesus Cristo

Jesus Cristo não propõe uma norma, uma lei; propõe uma resposta pessoal ao Amor que é o próprio Deus. Trata-se de descobrir em nós o dom incondicional de Deus, que através de nós tem de chegar a todos. Jesus Cristo não propõe um princípio teórico; e depois pede para que todos o cumpram. Jesus Cristo começa por viver o amor de depois diz: Imitai-me, fazei como eu! 
«Dou-vos um mandamento novo: que vos ameis uns aos outros. Como Eu vos amei, amai-vos também uns aos outros». «Como eu vos amei» não é só uma comparação. É a origem do amor. Isto quer dizer que amamos porque Jesus Cristo nos ama; e amamos da mesma forma. Esta é também a novidade. De facto, o amor já existia nas normas judaicas, na Lei. Também a filosofia fala do amor e da filantropia. A novidade de Jesus está na forma de amar. 
A nova comunidade formada por Jesus Cristo não se pode ser conhecida pelas doutrinas ou pelos rituais. O único distintivo cristão tem de ser o amor, o amor manifestado em todas e em cada uma das nossas ações. A base e o fundamento da comunidade cristã é a vivência do amor. 
«A fé cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e é comunicada como experiência de graça e de alegria» («A Porta da Fé», 7). 
Vivamos a fé com amor e alegria!

© Laboratório da fé, 2013

João 20, 20 - www.laboratoriodafe.net
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 28.4.13 | Sem comentários
Ao ritmo da liturgia [no Ciclo C de Cortés (RD-Herder)]


Quinta semana
 de Páscoa

Uma vida ressuscitada: visitas periódicas ao médico


A vida cristã mantém-se saudável com bons alimentos (terceira semana de Páscoa), com exercício (quarta semana de Páscoa)... e com umas boas vitaminas: o amor é o complemento energético principal, o novo medicamento receitado por Jesus, o nosso «médico de família» (DOMINGO: «Dou-vos um mandamento novo»).
Um amor praticado segundo o Evangelho (SEGUNDA: «Aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração»). Esta receita também serve para curar o mundo (TERÇA: «O mundo saiba que amo o Pai»); e não há outra (QUARTA: «Sem Mim nada podeis fazer»).
Um amor que comunica plenitude (QUINTA: «A vossa alegria seja completa»); um amor fecundo (SEXTA: «Quem acredita em Mim fará também as obras que Eu faço») que o mundo não consegue compreender (SÁBADO: «Se fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu»).
Estamos dispostos a «ir ao médico», para saber o que Jesus nos receita para viver uma vida saudável de ressuscitados?

Se o amor é o nosso melhor remédio para nos curar e curar o mundo, perguntemo-nos esta semana como estamos de amor (que níveis aparecem nas nossas análises).

© José Luis Cortés — El ciclo C, Herder Editorial
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor

Páscoa - Laboratório da fé
Postado por Anónimo | 28.4.13 | Sem comentários
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