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— SEXTO DOMINGO da Quaresma — DOMINGO DE RAMOS —

«Bendito o Rei que vem em nome do Senhor» [Lucas 19, 38]


Jesus entra em Jerusalém em cima de um jumentinho. Não escolheu um cavalo, porque «os cavalos não dão a vitória» — diz um salmo. À sua passagem, a multidão estende as suas capas para lhe estender o tapete vermelho. Mas Jesus não é uma personalidade que procura a glória dos humanos. A sua vinda à cidade onde está o poder religioso anuncia a sua vinda na glória da ressurreição.
Entre as duas vindas, ele tem de morrer, pregado numa cruz. É a escolha que fez de se oferecer por amor a cada um de nós e pela fidelidade à missão que o Pai que confiou. À entrada desta grande Semana Santa, ancoremo-nos na oração para estar com Cristo ao longo de todos os acontecimentos.

© Anne-Marie Aitken — www.versdimanche.com —
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
— a utilização ou publicação deste texto precisa de prévia autorização —

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 22.3.13 | Sem comentários
— rezar diariamente com o evangelho do próximo domingo  — 

— Evangelho segundo Lucas 19, 28-40

Naquele tempo, Jesus seguia à frente dos seus discípulos, subindo para Jerusalém. Quando Se aproximou de Betfagé e de Betânia, perto do monte das Oliveiras, enviou dois discípulos e disse-lhes: «Ide à povoação que está em frente e, ao entrardes nela, encontrareis um jumentinho preso, que ainda ninguém montou. Soltai-o e trazei-o. Se alguém perguntar porque o soltais, respondereis: ‘O Senhor precisa dele’». Os enviados partiram e encontraram tudo como Jesus lhes tinha dito. Quando estavam a soltar o jumentinho, os donos perguntaram: «Porque soltais o jumentinho?». Eles responderam: «O Senhor precisa dele». Então levaram-no a Jesus e, lançando as capas sobre o jumentinho, fizeram montar Jesus. Enquanto Jesus caminhava, o povo estendia as suas capas no caminho. Estando já próximo da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos começou a louvar alegremente a Deus em alta voz por todos os milagres que tinham visto, dizendo: «Bendito o Rei que vem em nome do Senhor. Paz no Céu e glória nas alturas!». Alguns fariseus disseram a Jesus, do meio da multidão: «Mestre, repreende os teus discípulos». Mas Jesus respondeu: «Eu vos digo: se eles se calarem, clamarão as pedras».

— Recusar a alegria

Ao entrar em Jerusalém, os fariseus intervêm para tentar, através da mediação de Jesus, calar os discípulos. Este pedido representa a parte da descrença que «resiste». Porque é que não se deixam contagiar pela alegria dos discípulos? Reconhecendo a parte de «fariseismo» que me habita, peço com o salmista que essa parte não saia vencedora: «Dá-me de novo a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito generoso» (Salmo 50 [51], 14).

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
— a utilização e publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor —


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 22.3.13 | Sem comentários
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— Evangelho segundo Lucas 19, 28-40

Naquele tempo, Jesus seguia à frente dos seus discípulos, subindo para Jerusalém. Quando Se aproximou de Betfagé e de Betânia, perto do monte das Oliveiras, enviou dois discípulos e disse-lhes: «Ide à povoação que está em frente e, ao entrardes nela, encontrareis um jumentinho preso, que ainda ninguém montou. Soltai-o e trazei-o. Se alguém perguntar porque o soltais, respondereis: ‘O Senhor precisa dele’». Os enviados partiram e encontraram tudo como Jesus lhes tinha dito. Quando estavam a soltar o jumentinho, os donos perguntaram: «Porque soltais o jumentinho?». Eles responderam: «O Senhor precisa dele». Então levaram-no a Jesus e, lançando as capas sobre o jumentinho, fizeram montar Jesus. Enquanto Jesus caminhava, o povo estendia as suas capas no caminho. Estando já próximo da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos começou a louvar alegremente a Deus em alta voz por todos os milagres que tinham visto, dizendo: «Bendito o Rei que vem em nome do Senhor. Paz no Céu e glória nas alturas!». Alguns fariseus disseram a Jesus, do meio da multidão: «Mestre, repreende os teus discípulos». Mas Jesus respondeu: «Eu vos digo: se eles se calarem, clamarão as pedras».

— Todos em coro!

A multidão lembra-se dos milagres e canta com alegria, «em alta voz». «Bendito o Rei que vem», «Glória nas alturas»: canto isto regularmente na eucaristia, durante o «Sanctus» ou o «Glória». Ora, estou demasiado «habituado»... Já pensei na força destas palavras? Que significado têm para mim? Hoje, enquanto ando de um lado para o outro, vou repeti-las, fazer minhas estas palavras, deixar que habitem em mim e me transformem.

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
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Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 21.3.13 | Sem comentários
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— Evangelho segundo Lucas 19, 28-40

Naquele tempo, Jesus seguia à frente dos seus discípulos, subindo para Jerusalém. Quando Se aproximou de Betfagé e de Betânia, perto do monte das Oliveiras, enviou dois discípulos e disse-lhes: «Ide à povoação que está em frente e, ao entrardes nela, encontrareis um jumentinho preso, que ainda ninguém montou. Soltai-o e trazei-o. Se alguém perguntar porque o soltais, respondereis: ‘O Senhor precisa dele’». Os enviados partiram e encontraram tudo como Jesus lhes tinha dito. Quando estavam a soltar o jumentinho, os donos perguntaram: «Porque soltais o jumentinho?». Eles responderam: «O Senhor precisa dele». Então levaram-no a Jesus e, lançando as capas sobre o jumentinho, fizeram montar Jesus. Enquanto Jesus caminhava, o povo estendia as suas capas no caminho. Estando já próximo da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos começou a louvar alegremente a Deus em alta voz por todos os milagres que tinham visto, dizendo: «Bendito o Rei que vem em nome do Senhor. Paz no Céu e glória nas alturas!». Alguns fariseus disseram a Jesus, do meio da multidão: «Mestre, repreende os teus discípulos». Mas Jesus respondeu: «Eu vos digo: se eles se calarem, clamarão as pedras».

— Caminho de capas

Selar um jumentinho com capaz e estendê-las no chão para fazer um caminho não deixa de nos interpelar. Olho essa gente e interrogo-me sobre os seus sentimentos: medo, reverência, simpatia, reconhecimento... Sem dúvida, um pouco de tudo isso. E eu, por quem estou disposto a tirar a minha capa? Um grupo, amigo, colega, ou então uma personalidade eclesial, humanitária, política... Hoje, o Senhor toma o rosto daqueles e daquelas que estão à minha volta.

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
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Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 20.3.13 | Sem comentários
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— Evangelho segundo Lucas 19, 28-40

Naquele tempo, Jesus seguia à frente dos seus discípulos, subindo para Jerusalém. Quando Se aproximou de Betfagé e de Betânia, perto do monte das Oliveiras, enviou dois discípulos e disse-lhes: «Ide à povoação que está em frente e, ao entrardes nela, encontrareis um jumentinho preso, que ainda ninguém montou. Soltai-o e trazei-o. Se alguém perguntar porque o soltais, respondereis: ‘O Senhor precisa dele’». Os enviados partiram e encontraram tudo como Jesus lhes tinha dito. Quando estavam a soltar o jumentinho, os donos perguntaram: «Porque soltais o jumentinho?». Eles responderam: «O Senhor precisa dele». Então levaram-no a Jesus e, lançando as capas sobre o jumentinho, fizeram montar Jesus. Enquanto Jesus caminhava, o povo estendia as suas capas no caminho. Estando já próximo da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos começou a louvar alegremente a Deus em alta voz por todos os milagres que tinham visto, dizendo: «Bendito o Rei que vem em nome do Senhor. Paz no Céu e glória nas alturas!». Alguns fariseus disseram a Jesus, do meio da multidão: «Mestre, repreende os teus discípulos». Mas Jesus respondeu: «Eu vos digo: se eles se calarem, clamarão as pedras».

— Um jumentinho

Evocada por Jesus, cumpre-se a profecia de Zacarias (9, 9): os discípulos encontram o «jumentinho». Figura da humildade, ajusta-se perfeitamente à entrada real de Jesus. «Que ainda ninguém montou», remete para o inédito de um rei vindo de Deus. Posso meditar sobre esta «necessidade» que o Senhor tem de um jumentinho e sobre o que me diz de Deus «todo-poderoso». Faço igualmente memória de José, o pai de Jesus, celebrado hoje pela Igreja: um rosto humano, outra figura da humildade, à qual Deus recorre para agir no meio dos humanos.

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
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Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 19.3.13 | Sem comentários
— rezar diariamente com o evangelho do próximo domingo  — 

— Evangelho segundo Lucas 19, 28-40

Naquele tempo, Jesus seguia à frente dos seus discípulos, subindo para Jerusalém. Quando Se aproximou de Betfagé e de Betânia, perto do monte das Oliveiras, enviou dois discípulos e disse-lhes: «Ide à povoação que está em frente e, ao entrardes nela, encontrareis um jumentinho preso, que ainda ninguém montou. Soltai-o e trazei-o. Se alguém perguntar porque o soltais, respondereis: ‘O Senhor precisa dele’». Os enviados partiram e encontraram tudo como Jesus lhes tinha dito. Quando estavam a soltar o jumentinho, os donos perguntaram: «Porque soltais o jumentinho?». Eles responderam: «O Senhor precisa dele». Então levaram-no a Jesus e, lançando as capas sobre o jumentinho, fizeram montar Jesus. Enquanto Jesus caminhava, o povo estendia as suas capas no caminho. Estando já próximo da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos começou a louvar alegremente a Deus em alta voz por todos os milagres que tinham visto, dizendo: «Bendito o Rei que vem em nome do Senhor. Paz no Céu e glória nas alturas!». Alguns fariseus disseram a Jesus, do meio da multidão: «Mestre, repreende os teus discípulos». Mas Jesus respondeu: «Eu vos digo: se eles se calarem, clamarão as pedras».

— A caminho de Jerusalém

Estes domingos, graças a São Lucas, escutamos e contemplamos Jesus como sujeito de perdão. Há oito dias, o perdão concedido por um pai ao filho que regressa a casa; domingo passado, o perdão que não condena a mulher adúltera. Neste início de semana, colocamo-nos no meio dos discípulos, seguindo Jesus «no passado», no caminho para Jerusalém, na proximidade da sua Paixão. A graça que posso pedir é de me lembrar que Jesus me precedeu no meio caminho. À minha frente, mostra-me por onde seguir.

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
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Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 18.3.13 | Sem comentários
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