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Palavra para hoje: quinto domingo de páscoa


As palavras de Jesus Cristo ganham pleno sentido quando escutadas no tempo de Páscoa: «Eu sou o caminho, a verdade e a vida». Tudo foi dito e cumprido. O Deus revelado em Jesus Cristo, no qual acreditamos, não nos chama à existência para nos entregar ao sabor da sorte ou do azar. Ele tem um projeto para cada um de nós e para a humanidade inteira: faz-nos passar «das trevas para a sua luz admirável». Deus não telecomanda a Igreja. Ele quer que a Igreja seja criativa face às novas situações. E não é um Deus da uniformidade; é um Deus que faz de nós uma comunidade diversificada de crentes e de irmãos, homens e mulheres com a missão de prolongar as obras de Jesus Cristo e fazer aumentar «o número dos discípulos».

Pergunta da semana: 

Sinto-me chamado/a a prolongar as obras de Jesus Cristo?

Palavra de Deus - Lectio divina - imagem de fano
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 18.5.14 | Sem comentários

CELEBRAR O DOMINGO QUINTO DE PÁSCOA

UMA LITURGIA SIMPLES E BELA

Apresentamos algumas sugestões para concretizar o fruto esperado deste ano pastoral: «uma liturgia simples e bela, sinal da comunhão entre Deus e os seres humanos».



O serviço às mesas

O texto dos Atos dos Apóstolos proposto para primeira leitura do quinto domingo de Páscoa (Ano A) põe em destaque, no percurso da Igreja nascente, que o caminho das obras do amor não pode ficar esquecido, nem internamente, na própria comunidade, nem muito menos nem exteriormente. E não é apenas uma atitude pessoal (que também é), mas tem de ser também uma solicitude organizada na comunidade. Diz-nos o texto que é por isso que nascem os denominados «diáconos», embora quando os vemos a agir damos conta que também eles fazem o mesmo que os apóstolos tinham dito que não podiam deixar de fazer: o ministério da pregação da palavra e a oração. Este é o tríplice ministério da missão a Igreja, em todos os tempos. Sem estes dois, a caridade ficaria esvaziada de sentido. A Palavra e o Sacramento dão sentido à Caridade.



Tempo de Páscoa

No tempo de Páscoa, celebramos a ressurreição de Jesus Cristo e, em caminho para a Ascenção e o Pentecostes, comemoramos os primeiros tempos da Igreja, quando os Apóstolos começam a organizar a vida da primeira comunidade cristã. Cada comunidade, para responder à sua missão, precisa de estar estruturado com diferentes ministérios. Fundada sobre a «pedra viva» que é Jesus Cristo, a comunidade torna-se «sacerdócio real» para louvar a Deus e anunciar o Evangelho, para dar a conhecer aos homens e mulheres o amor do Pai. O próprio Jesus Cristo nos revela esse amor que nos conduz ao Pai.



Arte de celebrar

ORAÇÃO EUCARÍSTICA. A Oração Eucarística é o coração da celebração: do prefácio à doxologia, somos convidados a uma ação de graças à volta do relato da instituição, que é precedido pela epiclese, a invocação do Espírito Santo, e seguido da anamnese, em que fazemos memória da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Depois, o presidente pede ao Pai que envie o Espírito Santo sobre a assembleia. Segue-se o momento da intercessão, centrado na comunhão dos santos: rezamos pelos vivos, a Igreja aqui e agora, e por aqueles e aquelas que nos precederam no caminho da fé. O Missal propõe várias orações eucarísticas: a escolha deve ser feita em função do tempo litúrgico e das leituras de cada domingo.



Fé celebrada com a comunidade

  • Em elaboração....



Fé celebrada com a catequese

  • Em elaboração....

© Laboratório da fé, 2014

Celebrar o domingo quinto de Páscoa (Ano A), no Laboratório da fé, 2014

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 17.5.14 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO QUINTO DE PÁSCOA JÚNIOR

18 DE MAIO DE 2014


Atos dos Apóstolos 6, 1-7

Naqueles dias, aumentando o número dos discípulos, os helenistas começaram a murmurar contra os hebreus, porque no serviço diário não se fazia caso das suas viúvas. Então os Doze convocaram a assembleia dos discípulos e disseram: «Não convém que deixemos de pregar a palavra de Deus, para servirmos às mesas. Escolhei entre vós, irmãos, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, para lhes confiarmos esse cargo. Quanto a nós, vamos dedicar-nos totalmente à oração e ao ministério da palavra». A proposta agradou a toda a assembleia; e escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. Apresentaram-nos aos Apóstolos e estes oraram e impuseram as mãos sobre eles. A palavra de Deus ia-se divulgando cada vez mais; o número dos discípulos aumentava consideravelmente em Jerusalém e obedecia à fé também grande número de sacerdotes.



Os Doze


São os Apóstolos (amigos especiais de Jesus)!!!
Eram os amigos mais próximos de Jesus.
Consegues adivinhar os seus nomes?
Depois de Judas Iscariotes, ter abandonado o grupo,
os outros (Onze) escolheram Matias para o substituir.


Impuseram as mãos


É um gesto que consiste em colocar, delicadamente, as mãos abertas sobre a cabeça de alguém.
Este gesto simboliza a transmissão de uma bênção recebida.
Sabias que ainda hoje os bispos impõem as mãos sobre os novos diáconos e padres?!
YOUCAT 255

© Liturgia diária júnior
© Laboratório da fé, 2014
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor



Editora Paulus 2014



Além das explicações relativas às outras leituras do dia, 
neste domingo, a Liturgia diária júnior apresenta dois jogos: 
sopa de letras e o jogo das pedrinhas. 
Para assinar a revista podes entrar em contacto connosco ou visitar a página da Liturgia diária júnior.

Liturgia diária júnior



O «Laboratório da fé»® e a editora Paulus estabeleceram uma parceria que permite a divulgação na nossa página — www.laboratoriodafe.net — de alguns conteúdos da revista «Liturgia diária júnior», propriedade da editora. A revista apresenta novidades de acordo com cada mês e tempo litúrgico, tendo como base a seguinte estrutura: Pequeno Missal (o ritual da missa); Liturgia dominical (todas as leituras e evangelho com comentários e explicações); Pequena escola da fé (uma breve catequese sobre temas relevantes da liturgia, da fé e da vida cristã); Suplemento para educadores (breves indicações destinadas aos pais, catequistas e educadores com sugestões de aprofundamento e de como utilizar melhor o conteúdo da revista).



Liturgia diária júnior


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 17.5.14 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO QUINTO DE PÁSCOA


Jesus convida os seus discípulos — no evangelho do quinto domingo de Páscoa (Ano A) — a acreditar em Deus Pai e em Jesus. A nossa fé caracteriza-se por confiar em Jesus: Ele é o nosso «horizonte de compreensão». Mais ainda: Jesus é o «caminho, a verdade e a vida». Não é só o guia que nos mostra como chegar ao Pai, como participar da salvação que Deus nos oferece, como fazer que a nossa vida tenha sentido. Ele é o caminho da verdade e da vida: o caminho que nos leva à única verdade integral (nada de meias mentiras ou meias verdades), o único que satisfaz as nossas inquietações e esperanças, porque só nele, «o caminho» (não um caminho qualquer), encontramos a vida, a vida em plenitude. O evangelista sublinha que o caminho até Deus passa por Jesus.
Mas o acreditar em Jesus, o ser seu discípulo ou discípula, significa adequar a minha existência e os meus critérios aos de Jesus: «Em verdade, em verdade vos digo: quem acredita em Mim fará também as obras que Eu faço». A resposta de fé implica entrar na dinâmica da vida de Jesus, na sua maneira de viver, de atuar, de pregar... Comporta o nosso compromisso na construção do Reino de Deus já aqui, «como pedras vivas» (segunda leitura), sem desânimos nem pessimismos. As coisas podem mudar; eu tenho a minha parte de responsabilidade na construção de um mundo mais justo, mais solidário, mais fraterno, que responda ao plano original de Deus.

© Javier Velasco-Arias

© La Biblia compartida — blogue de Javier Velasco-Arias y Quique Fernández
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2014
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor


Preparar o domingo quinto de Páscoa (Ano A), no Laboratório da fé, 2014



La biblia compartida — www.laboratoriodafe.net


Javier Velasco-Arias, nasceu no ano de 1956, em Medina del Campo (Espanha); atualmente, vive em Barcelona (desde os onze anos de idade). É biblista, professor de Sagrada Escritura no «Instituto Superior de Ciências Religiosas de Barcelona» e no «Centro de Estudos Pastorais» das dioceses da Catalunha. É responsável e membro de várias associações bíblicas, em Espanha. Na área bíblica, é autor de diversas publicações, além de artigos de temas bíblicos em revistas especializadas e na internet.
Outros artigos publicados no Laboratório da fé


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 15.5.14 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO QUINTO DE PÁSCOA

18 DE MAIO DE 2014


Atos dos Apóstolos 6, 1-7

Naqueles dias, aumentando o número dos discípulos, os helenistas começaram a murmurar contra os hebreus, porque no serviço diário não se fazia caso das suas viúvas. Então os Doze convocaram a assembleia dos discípulos e disseram: «Não convém que deixemos de pregar a palavra de Deus, para servirmos às mesas. Escolhei entre vós, irmãos, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, para lhes confiarmos esse cargo. Quanto a nós, vamos dedicar-nos totalmente à oração e ao ministério da palavra». A proposta agradou a toda a assembleia; e escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. Apresentaram-nos aos Apóstolos e estes oraram e impuseram as mãos sobre eles. A palavra de Deus ia-se divulgando cada vez mais; o número dos discípulos aumentava consideravelmente em Jerusalém e obedecia à fé também grande número de sacerdotes.



Sete homens de boa reputação


O texto no seu contexto
. Este breve relato é muito importante. Por um lado, reflete as tensões presentes na comunidade entre cristãos procedentes de diversas culturas. O tom de harmonia e unanimidade que reinava nos sumários anteriores do livro dos Atos dos Apóstolos rompem-se agora por causa do conflito entre os cristãos de origem judaica e os gentios (helenistas). As diferenças ultrapassam os assuntos administrativos; são verdadeiras discrepâncias sobre o modo de entender a nova fé e a nova vida. Por outro lado, estamos perante uma notícia verosímil de como desenvolver a primeira missão. Estes sete homens cheios do Espírito Santo serão os que levarão a boa notícia aos não judeus, abrindo o evangelho a outras culturas.

O texto na história da salvação. A salvação de Deus tem uma matriz judaica indispensável. Nasce no povo de Israel e lê como próprias as suas Sagradas Escrituras. Contudo, não se limita aos judeus de raça; o Evangelho não admite costuras estreitas; a tensão de que nos fala os Atos dos Apóstolos é um fiel expoente dos desafios colocados pelas novas formas de ler as Escrituras e de viver em fidelidade ao Ressuscitado para além da matriz e da cultura hebraicas. Estêvão, um dos sete, será um dos personagens mais relevantes neste primeiro momento.

Palavra de Deus para nós: sentido e celebração litúrgica. A Igreja viu neste texto a instituição dos diáconos. A Igreja tem um sentido de serviço que está inerente à vivência do Evangelho e à missão entre os mais pobres.

© Pedro Fraile Yécora, Homiletica
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2014
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor

Preparar o domingo quinto de Páscoa (Ano A), no Laboratório da fé, 2014

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 15.5.14 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO QUINTO DE PÁSCOA

18 DE MAIO DE 2014


Atos dos Apóstolos 6, 1-7

Naqueles dias, aumentando o número dos discípulos, os helenistas começaram a murmurar contra os hebreus, porque no serviço diário não se fazia caso das suas viúvas. Então os Doze convocaram a assembleia dos discípulos e disseram: «Não convém que deixemos de pregar a palavra de Deus, para servirmos às mesas. Escolhei entre vós, irmãos, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, para lhes confiarmos esse cargo. Quanto a nós, vamos dedicar-nos totalmente à oração e ao ministério da palavra». A proposta agradou a toda a assembleia; e escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. Apresentaram-nos aos Apóstolos e estes oraram e impuseram as mãos sobre eles. A palavra de Deus ia-se divulgando cada vez mais; o número dos discípulos aumentava consideravelmente em Jerusalém e obedecia à fé também grande número de sacerdotes.



Escolhei entre vós, irmãos, sete homens de boa reputação


A palavra do Evangelho é uma força poderosa que se dissemina com uma vitalidade incrível, nos primeiros tempos da vida da Igreja, a comunidade reunida pelo Espírito de Deus à volta do Senhor Jesus Ressuscitado.
Contudo, surgem problemas que são inerentes à condição humana. Aqui, a causa é de tipo cultural: os imigrantes de língua grega sentem-se discriminados em relação aos nativos de língua aramaica. Os apóstolos entendem que a causa prioritária a que hão de dedicar os seus esforços é a Palavra — a proclamação do Evangelho de Jesus ressuscitado — e a oração — o diálogo confiado com Deus que proclama a sua glória e canta os seus louvores —. No entanto, o serviço aos necessitados também é importante e não pode ser descurado. Por isso, instituem um ministério dedicado especificamente ao serviço. Será confiado a «sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria». Os apóstolos confiaram-lhes o ministério pela oração e pela imposição das mãos. A Igreja vai descobrindo a sua forma, os ministérios que a constituem, a base para resolver os problemas que vão surgindo, no coração da sua história.

© Joan Ferrer, Misa dominical
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2014
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor

Preparar o domingo quinto de Páscoa (Ano A), no Laboratório da fé, 2014

Postado por Anónimo | 14.5.14 | Sem comentários

REZAR O DOMINGO QUINTO DE PÁSCOA

18 DE MAIO DE 2014


Evangelho segundo João 14, 1-12

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Não se perturbe o vosso coração. Se acreditais em Deus, acreditai também em Mim. Em casa de meu Pai há muitas moradas; se assim não fosse, Eu vos teria dito que vou preparar-vos um lugar? Quando Eu for preparar-vos um lugar, virei novamente para vos levar comigo, para que, onde Eu estou, estejais vós também. Para onde Eu vou, conheceis o caminho». Disse-Lhe Tomé: «Senhor, não sabemos para onde vais: como podemos conhecer o caminho?». Respondeu-lhe Jesus: «Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por Mim. Se Me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai. Mas desde agora já O conheceis e já O vistes». Disse-Lhe Filipe: «Senhor, mostra-nos o Pai e isto nos basta». Respondeu-lhe Jesus: «Há tanto tempo que estou convosco e não Me conheces, Filipe? Quem Me vê, vê o Pai. Como podes tu dizer: ‘Mostra-nos o Pai’? Não acreditas que Eu estou no Pai e o Pai está em Mim? As palavras que Eu vos digo, não as digo por Mim próprio; mas é o Pai, permanecendo em Mim, que faz as obras. Acreditai-Me: Eu estou no Pai e o Pai está em Mim; acreditai ao menos pelas minhas obras. Em verdade, em verdade vos digo: quem acredita em Mim fará também as obras que Eu faço e fará obras ainda maiores, porque Eu vou para o Pai».



Segunda, 12: A HORA DA PASSAGEM

Em tempo de Páscoa, fazemos memória da hora de Jesus, a hora pela qual ele veio ao mundo: a passagem que nos faz atravessar a morte e encontrar o Pai. Ao falar da sua partida, Jesus não se mostra perturbado. Ele sente o aumento da apreensão do seus amigos e convida-os à paz: «Não se perturbe o vosso coração». Será que também temos motivos para estar apreensivos? Confio-os ao Senhor e escuto a sua palavra («Não se perturbe o vosso coração.»), pronunciando-a em voz alta. É já um sinal de ressurreição.



Terça, 13: ESTAR COM JESUS

Que alegria ouvir um amigo dizer: Eu preparo-te um lugar, estaremos juntos» nesta ou naquela ocasião! Essas são as palavras do próprio Jesus aos discípulos, para os tranquilizar no momento em que os vai deixar. Deixo ressoar estas palavras no meu coração, com a perspetiva de saber que me quer levar com ele. Posso dizer-lhe a minha alegria ou, ao contrário, a minha angústia perante a minha própria morte ou a rutura com os entes queridos. A ressurreição não é uma evidência.



Quarta, 14: APÓSTOLOS

Reparemos nos apóstolos Tomé e Filipe neste episódio.  Estão a leste do que diz o Mestre. Jesus procura introduzi-los na relação de intimidade com o Pai, mas eles vão precisar de receber o Espírito Santo para compreender. Na festa de São Matias, que se juntou ao grupo dos Onze após a Ressurreição, peço a graça de ser apóstolo nas minhas circunstâncias, apóstolo pela oração e pelas minhas ações, com a ajuda do Espírito.



Quinta, 15: CAMINHO, VERDADE, VIDA

Gostaríamos de ter receitas para saber o que fazer ou não fazer como cristãos. Mas o caminho que nos é traçado não é um programa: é uma pessoa a seguir com toda a liberdade. Jesus, ensina-me a seguir os teus passos, sem saber aonde me conduzirá o teu caminho, a deixar-me envolver pelo fogo da tua palavra de Verdade e a viver da tua Vida de Ressuscitado.



Sexta, 16: CONHECER O PAI

Toda a vida de Jesus, as suas palavras e obras mostram o Pai. Ele é um com o Pai e empenha-se em nos dar a conhecer, como um amado à sua amada. Depois de reler o diálogo com Filipe, reparo no que Jesus diz do seu Pai. Da minha parte, também posso colocar esta ou aquela questão, que exprima o meu desejo de ter um melhor conhecimento daquele que é meu Pai. Ao colocar essas questões, talvez sinta vontade de rezar de outra maneira o «Pai nosso».



Sábado, 17: ACREDITAR

Quantas vezes se utiliza o verbo acreditar nesta passagem do evangelho! É como se a fé, a confiança, seja o segredo da nossa relação com Jesus e com o Pai. Uma fé a pedir em todos os momentos, que me leve a acreditar que com Jesus posso fazer grandes obras, pois é ele que age em mim. Senhor, aumenta a minha fé!



Domingo, 18: PARA REALIZAR AS OBRAS DO PAI

Jesus diz-nos neste evangelho de domingo que podemos realizar as mesmas obras que ele, até maiores do que as que ele próprio realizou! Antes, já tinha dito: «Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a essa amoreira: ‘Arranca-te daí e planta-te no mar’, e ela havia de obedecer-vos» (Lucas 17, 6). Acreditamos mesmo nisto? Então, nada é impossível a quem quer agir no mundo de acordo com a justiça do Reino. Trata-se de reparar, à nossa volta, como há homens e mulheres cheios de convicção que conseguem mover montanhas, como um Mandela, uma Aung San Suu Kyi, uma Madre Teresa de Calcutá entre muitas e muitos outros. A fé é o presente que o Ressuscitado nos quer dar para realizar as obras do Pai.



© www.versdimanche.com
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2014


Rezar o domingo quinto de Páscoa (Ano A), no Laboratório da fé, 2014

Postado por Anónimo | 12.5.14 | Sem comentários
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