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Palavra para hoje: primeiro domingo de advento


A liturgia de Advento prepara-nos para celebrar o mistério da Incarnação «em toda a pureza da fé»… Esta pureza da fé remete para aquele que há de vir e que vem já ao coração da nossa assembleia. Esta vinda não é uma espécie de simulação ou algo semelhante. A sua vinda é o elemento capital das nossas vidas. Ela faz-nos mergulhar no mistério da sua presença atual, no mundo, nas nossas vidas. Jesus Cristo coloca toda a sua energia em persuadir-nos da sua presença atual e da sua vinda futura. Os sinais dessa vinda podem parecer assustadores; mas são também uma exortação a «estar preparados». Preparados para amar, para ser amados, para nos amarmos uns aos outros, caminhando iluminados pela sua luz.

Pergunta da semana: 

Neste Advento, o que vou fazer para caminhar «à luz do Senhor»?

Palavra de Deus - Lectio divina - imagem de fano
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 1.12.13 | Sem comentários

CELEBRAR O DOMINGO PRIMEIRO DE ADVENTO

UMA LITURGIA SIMPLES E BELA

Apresentamos algumas sugestões para concretizar o fruto esperado deste ano pastoral: «uma liturgia simples e bela, sinal da comunhão entre Deus e os seres humanos».



Despertar a fé

Iniciar um novo tempo de Advento é uma oportunidade para despertar a nossa fé. Trata-se de um tempo propício para acolher o Senhor que vem iluminar as nossas vidas. Que não passe em vão! A propósito do primeiro domingo de Advento — e do novo ano litúrgico que inauguramos — pode ser útil fazer um pequeno programa pessoal, familiar ou comunitário, das atividades a realizar até ao Natal. Olhar atentamente a realidade para para descobrir os sinais da presença de Deus; aumentar o tempo e a qualidade da oração; ações concretas de serviço aos outros. Não se trata de fazer propósitos espetaculares, mas ter maior confiança em Deus, que pode e quer fazer grandes coisas na nossa pequenez.



Arte de celebrar

COROA DE ADVENTO. É já um costume acender quatro velas ao longo dos domingos de Advento. Várias regiões reivindicam a origem deste costume. As velas podem estar colocadas sobre uma coroa, a coroa de Advento, ou colocadas numa outra disposição, nas igrejas e/ou nas casas. As quatro velas não só ajudam a perceber a progressão das quatro semanas deste tempo que prepara para o Natal, como também simbolizam a luz que Jesus Cristo vem trazer ao nosso mundo e que fortalece a esperança da sua vinda. Em cada semana, a nova vela é acesa no momento mais oportuno: no início, durante ou no final da celebração: este gesto pode ser acompanhado por um breve comentário e/ou cântico.



Fé celebrada com a comunidade


  • «Caminhemos à luz do Senhor»! — é a temática proposta para acompanhar a celebração e vivência deste novo tempo de Advento, apoiada nos textos bíblicos da primeira leitura (Isaías). Com o primeiro domingo de Advento somos convidados a iniciar o caminho para Jesus Cristo, luz do mundo. A procissão de entrada pode ajudar a interiorizar esta caminhada. Um mesmo rito pode acompanhar os quatro domingos: entrada em silêncio; breve paragem no meio da assembleia; proclamação da frase-chave de cada domingo; cântico de entrada. Além disso, pode-se afixar um cartaz com o tema proposto, se possível ilustrado com uma bela imagem.
  • Primeira vela de Advento. Após a primeira leitura, acende-se a primeira vela, acompanhada por um breve comentário: «O profeta Isaías acompanha-nos ao longo deste tempo de Advento. Hoje, revela-nos a esperança do seu povo; e insere-nos no caminho que leva até à luz. Caminhemos à luz do Senhor!».




Fé celebrada com a catequese

O início de um novo Ano Litúrgico, em contexto temático da fé celebrada, é uma bela oportunidade para ajudar a perceber a dinâmica anual do ciclo litúrgico. Existem vários subsídios disponíveis com ilustrações do Ano Litúrgico (por exemplo, a proposta da editora «Paulus» nos materiais associados ao projeto «YOUCAT») e dinâmicas (por exemplo, a catequese «Todos juntos, todos os anos» do projeto «Nascer de novo» da editora Paulinas) que possibilitam uma compreensão mais profunda da celebração da fé ao ritmo do Ano Litúrgico. A terminar, distribuiu-se por todos um «postal» com o esquema do Ano Litúrgico.

© Laboratório da fé, 2013



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Celebrar o domingo primeiro de Advento (Ano A), no Laboratório da fé, 2013
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 30.11.13 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO PRIMEIRO DE ADVENTO

1 DE DEZEMBRO DE 2013


Isaías 2, 1-5

Visão de Isaías, filho de Amós, acerca de Judá e de Jerusalém: Sucederá, nos dias que hão de vir, que o monte do templo do Senhor se há de erguer no cimo das montanhas e se elevará no alto das colinas. Ali afluirão todas as nações e muitos povos acorrerão, dizendo: «Vinde, subamos ao monte do Senhor, ao templo do Deus de Jacob. Ele nos ensinará os seus caminhos e nós andaremos pelas suas veredas. De Sião há de vir a lei e de Jerusalém a palavra do Senhor». Ele será juiz no meio das nações e árbitro de povos sem número. Converterão as espadas em relhas de arado e as lanças em foices. Não levantará a espada nação contra nação, nem mais se hão de preparar para a guerra. Vinde, ó casa de Jacob, caminhemos à luz do Senhor.



O Senhor reúne todas as nações na paz eterna do reino de Deus


Isaías sente um amor sem medida pela cidade de Jerusalém: muitas vezes condena-a, mas também mostra o papel fundamental que tem no futuro de Deus.
Jerusalém, na época do Antigo Testamento, esteve sempre no ponto de mira dos grandes poderes do mundo. Na promessa de Isaías, «muitos povos», até mesmo os grandes impérios do Egito e da Síria, «afluirão» a Jerusalém; mas o poema não antecipa o triunfo das classes dirigentes da cidade — políticas ou religiosas. O importante é o «templo», lugar da presença de Deus. A visão de Isaías é teológica: está centrada em Deus.
O caminho dos povos leva à «instrução» — a Torá —, porque em Israel, ter relação com o Senhor requer o conhecimento da sua «instrução». Os povos, portanto, não só sentirão prazer na presença do Senhor, mas também nos seus propósitos, de modo que a Torá de Israel se converterá no marco onde o bem-estar — a felicidade — é possível. Deus será, pois, o juiz das disputas internacionais, de modo que a guerra já não será necessária a partir do momento em que todo o mundo renuncie a impor a justiça pelas suas próprias mãos.
O poema de Isaías oferece uma visão lírica de uma alternativa económica que contempla o desmantelamento dos instrumentos de fazer a guerra que se converterão numa «economia de paz». Isto requer não só boas intenções, mas meios e inteligência para fazer outro uso das possibilidades económicas: há que produzir instrumentos de vida, neste caso dirigidos à agricultura e à viticultura. Então, a terra deixará de ser um campo de batalha para se converter num fértil jardim.

© Joan Ferrer, Misa dominical
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor



  • Rezar o domingo a partir da primeira leitura: Isaías 2, 1-5 > > >



Rezar o domingo primeiro de Advento (Ano A), no Laboratório da fé, 2013
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 30.11.13 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO PRIMEIRO DE ADVENTO

1 DE DEZEMBRO DE 2013


Isaías 2, 1-5

Visão de Isaías, filho de Amós, acerca de Judá e de Jerusalém: Sucederá, nos dias que hão de vir, que o monte do templo do Senhor se há de erguer no cimo das montanhas e se elevará no alto das colinas. Ali afluirão todas as nações e muitos povos acorrerão, dizendo: «Vinde, subamos ao monte do Senhor, ao templo do Deus de Jacob. Ele nos ensinará os seus caminhos e nós andaremos pelas suas veredas. De Sião há de vir a lei e de Jerusalém a palavra do Senhor». Ele será juiz no meio das nações e árbitro de povos sem número. Converterão as espadas em relhas de arado e as lanças em foices. Não levantará a espada nação contra nação, nem mais se hão de preparar para a guerra. Vinde, ó casa de Jacob, caminhemos à luz do Senhor.



Judá

No tempo de Isaías, o povo judeu estava dividido em dois reinos: a norte existia o reino de Israel; a sul, o reino de Judá, cuja capital era Jerusalém.

Jerusalém

O reino de Judá era muito pequeno em comparação com as nações vizinhos. O profeta Isaías anuncia que que a sua capital, Jerusalém, foi escolhida por Deus para unir os povos de toda a terra. Uma centena depois, Jesus morre e ressuscita em Jerusalém. A partir desse dia, milhões de peregrinos, oriundos de toda a terra, acorrem a Jerusalém para saborearem os sinais da presença de Deus.

Jacob

É o patriarca que dá origem às doze tribos de Israel (os doze filhos de Jacob). A Bíblia apresenta-o como neto de Abraão, filho de Isaac (cf. Livro do Génesis).



Caminhemos à luz do Senhor, à luz da fé

Os crentes que recebem esta mensagem profética têm necessidade de ser confortados na fé. Não se concretizou nada do que lhes tinha sido anunciado. Em vez de um futuro magnífico anunciado, viveram sempre uma ocupação permanente do seu país… Têm boas razões para esquecer definitivamente as palavras proféticas, de deixar de as ter em conta. Em vez disso, além de serem motivo de conversa e meditação, ainda as transmitiram às gerações seguintes. Porquê? Porque essas palavras exprimem a sua fé absoluta no Senhor. O Senhor quer a paz para todos e vai realizá-la. Então, mesmo nas situações mais difíceis é impossível abandonar a fé: «caminhemos á luz do Senhor».



© Laboratório da fé, 2013



  • Rezar o domingo a partir da primeira leitura: Isaías 2, 1-5 > > >



Rezar o domingo primeiro de Advento (Ano A), no Laboratório da fé, 2013
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 30.11.13 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO PRIMEIRO DE ADVENTO


Iniciamos um novo tempo de Advento, de espera da vinda do Senhor. Os textos litúrgicos convidam-nos a estar preparados, a uma atitude de expectativa, de vigilância, como a sentinela que vigia sem adormecer. Paulo, na Carta aos Romanos (segunda leitura do primeiro domingo de Advento, Ano A), recorda-nos que a nossa salvação está «próxima» e que a nossa vida deve-se adequar a uma espera próxima da vinda do Senhor. Isto é uma «boa notícia». O evangelho segundo Mateus, na mesma linha, convida-nos a estar sempre preparados, a não adormecermos, a viver na tensão da espera do Senhor.
A nossa existência deve ser uma resposta ao convite de Jesus, uma mudança radical dos nossos critérios e das nossas atitudes. É um convite a sair da mediocridade e a empenharmo-nos — dentro das nossas possibilidades — na mudança: que o mundo seja mais justo; que todos respeitem a dignidade de cada pessoa — independentemente da sua raça, condição social, sexo ou religião —; que cada ser humano considere o outro como seu irmão, todos filhos do mesmo Pai; que nos empenhemos na tarefa de evangelização
Não podemos «deixar para amanhã», porque não sabemos se haverá amanhã: Ele virá sem avisar, como «vem o ladrão». Diz um refrão: «não deixes para amanhã, o que podes fazer hoje».

© Javier Velasco-Arias

© La Biblia compartida — blogue de Javier Velasco-Arias y Quique Fernández
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor




  • Rezar o domingo a partir da primeira leitura: Isaías 2, 1-5 > > >



Advento, Ano A – Laboratório da fé, 2013
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 29.11.13 | Sem comentários

REZAR O DOMINGO PRIMEIRO DE ADVENTO

1 DE DEZEMBRO DE 2013


Isaías 2, 1-5

Visão de Isaías, filho de Amós, acerca de Judá e de Jerusalém: Sucederá, nos dias que hão-de vir, que o monte do templo do Senhor se há-de erguer no cimo das montanhas e se elevará no alto das colinas. Ali afluirão todas as nações e muitos povos acorrerão, dizendo: «Vinde, subamos ao monte do Senhor, ao templo do Deus de Jacob. Ele nos ensinará os seus caminhos e nós andaremos pelas suas veredas. De Sião há-de vir a lei e de Jerusalém a palavra do Senhor». Ele será juiz no meio das nações e árbitro de povos sem número. Converterão as espadas em relhas de arado e as lanças em foices. Não levantará a espada nação contra nação, nem mais se hão-de preparar para a guerra. Vinde, ó casa de Jacob, caminhemos à luz do Senhor.



Ambientação

Começamos o tempo de Advento, tempo de espera.
De entre as muitas formas que há para esperar, assinalo duas:
a de quem espera com medo a chegada do inimigo
e a de quem aguarda a chegada imprevista do amado.

Invoquemos a luz e a força do Espírito Santo.



Leitura

Proclamação de Isaías 2,1-5
Visão de Isaías, filho de Amós, acerca de Judá e de Jerusalém: Sucederá, nos dias que hão-de vir, que o monte do templo do Senhor se há-de erguer no cimo das montanhas e se elevará no alto das colinas. Ali afluirão todas as nações e muitos povos acorrerão, dizendo: «Vinde, subamos ao monte do Senhor, ao templo do Deus de Jacob. Ele nos ensinará os seus caminhos e nós andaremos pelas suas veredas. De Sião há-de vir a lei e de Jerusalém a palavra do Senhor». Ele será juiz no meio das nações e árbitro de povos sem número. Converterão as espadas em relhas de arado e as lanças em foices. Não levantará a espada nação contra nação, nem mais se hão-de preparar para a guerra. Vinde, ó casa de Jacob, caminhemos à luz do Senhor.

Para compreender melhor este texto,
procura cada um dos elementos que se apresentam a seguir
e tenta perceber a sua presença na passagem bíblica:
  • Isaías contempla as caravanas que sobem para Jerusalém para uma festa e sonha com um tempo em que todo o mundo responderá ao convite de Deus;
  • O caminho é de subida, não é fácil, mas a Palavra fascina e seduz;
  • Todos se animam mutuamente;
  • A humanidade transformada renunciará ao uso da violência e se dedicará a utilizar tudo em favor do desenvolvimento humano;
  • Procuremos resumir em poucas palavras: Qual é a mensagem de fé transmitida por este texto?



Meditação

Coloquemo-nos a caminho.
Deixemo-nos atrair pelo convite que a Igreja nos faz para esperar a chegada de Jesus Cristo.
Reflitamos e partilhemos o que esta passagem suscitou em cada um de nós.
Podem ajudar estas perguntas:
  • Que lugar ocupa na minha vida a Palavra de Deus?
  • É força e orientação para o caminho?
  • Como é que o sonho de Isaías nos pode ajudar a viver este Advento?



Oração

A liturgia abre com estas palavras:
«Despertai, Senhor, nos vossos fiéis
a vontade firme de se prepararem,
pela prática das boas obras,
para ir ao encontro de Cristo».
Cristo vem!
Dirijamo-nos a ele,
ansiando a sua vinda
a nós e ao nosso mundo.

Proclamamos de novo o texto de Isaías 2,1-5

Depois de um tempo de silêncio,
partilhamos a nossa oração com os outros membros do grupo.
Depois de cada intervenção, dizemos: «Vem, Senhor Jesus!».

Podemos terminar recitando juntos o salmo responsorial (Salmo 121 [122]):


Vamos com alegria para a casa do Senhor.

Alegrei-me quando me disseram:
«Vamos para a casa do Senhor».
Detiveram-se os nossos passos
às tuas portas, Jerusalém.

Para lá sobem as tribos, as tribos do Senhor,
segundo o costume de Israel,
para celebrar o nome do Senhor;
ali estão os tribunais da justiça,
os tribunais da casa de David.

Pedi a paz para Jerusalém:
«Vivam seguros quantos te amam.
Haja paz dentro dos teus muros,
tranquilidade em teus palácios».

Por amor de meus irmãos e amigos,
pedirei a paz para ti.
Por amor da casa do Senhor,
pedirei para ti todos os bens. 



As ruas adornam-se de luzes, as lojas comerciais preparam-se para as vendas, as casas enchem-se de doces e presentes. Nós, cristãos, o que esperamos? Aguardamos a vinda de quem? Como?
Aguardamos, com alegria e esperança, que tudo seja «tocado por Deus». Começamos por escutar a Palavra e por acolhê-la, preparando-lhe um lugar na nossa vida. Depois, contaremos a todos, como os pastores e os Magos, que fomos tocados. Dir-lhes-emos que nos empenhamos em percorrer o caminho que nos apartava de Deus quando ele já tinha percorrido o caminho em direção a nós.
O mundo ficará «tocado por Deus» porque «ele nos amou primeiro».



© www.verbodivino.es
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013

Rezar o domingo primeiro de Advento (Ano A), no Laboratório da fé, 2013
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 29.11.13 | Sem comentários
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